Luís Aguiar-ConrariaMay 13, 2009 12:58 pm
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O Impacte do risco político no investimento directo estrangeiro – O caso do Brasil como país de destino

Acabei de receber da editora a notícia. E vinha por isso saudar a Autora.
Parabéns à Sandra. E obrigado.
Comment by F — May 13, 2009 @ 3:02 pm
Para alem das reticencias acerca de expressoes como “investigacao cientifica” no contexto em que estao a ser feitas. Ha uma confusao na terminologia usada no titulo:
O impacte e um dos componentes no calculo do risco de um determinado perigo para um processo. Trata-se na tentativa de dar um valor numerico as consequencias da realizacao de um determinado perigo num processo.
Um risco e uma tentativa o mais objectiva possivel de quantificar a magnitude que um determinado perigo representa para um determinado processo e geralmente calcula-se multiplicando o impacte pela probalidade de ocorrencia.
O objectivo do calculo de um risco e ajudar o processo decisorio sobre quais as medidas mais apropriadas para enfrentar um determinado perigo.
O “impacte de um risco” faz tanto sentido como a “probabilidade de um risco”: nenhum.
Mas, em economia, essa impossivel ciencia, tudo e possivel nao e?
Comment by Lowlander — May 13, 2009 @ 4:25 pm
Para o lowlander, a expressão “o impacte do risco de um tremor de terra sobre os preços do imobiliário” não faz sentido?
Comment by Miguel Madeira — May 13, 2009 @ 4:39 pm
Nao.
Comment by Lowlander — May 13, 2009 @ 4:42 pm
Então que nome lhe daria? “O efeito”?
Comment by Miguel Madeira — May 13, 2009 @ 4:45 pm
E.g. diz-se:
O impacte do PERIGO de um sismo em (preencha o espaco).
O RISCO de um sismo para o processo X foi calculado em Z. O sr. decisor decidiu que esta magnitude de risco e inaceitavel, logo, propos as medidas ALPHA e BETA, que reduzem os impactos e/ou a probabilidade de ocorrencia, por forma a trazer o RISCO para um valor Y, inferior a Z que foi avaliado como aceitavel.
Comment by Lowlander — May 13, 2009 @ 4:50 pm
Caríssimo F, muito obrigado. Se me mandar um email com uma morada, terei todo o gosto em enviar o livro para essa morada.
Lowlander, vai ao dicionário.
impacte
s. m.
1. Acto ou efeito de embater.
2. Lugar em que um projéctil vem bater.
3. Impacção.
Se mesmo assim continuas com dificuldades em perceber o título, sugiro que leias “O efeito do risco político no investimento directo estrangeiro – O caso do Brasil como país de destino”.
Comment by LA-C — May 13, 2009 @ 4:58 pm
iMuitos parabbens, Sandra! Um tema muito promissor e interessante discutido fortemente nas Americas. Enquanto Lula vende fatias de Brasil (e da floresta Amazonia…) cada vez mais paises norteam o seu futuro pela Alternativa Bolivariana nacionalizando… Um tema crucial, num siculo XXI recheado de paradoxos!
Lowlander,
LA-C tem toda a razão… Porque não das os parabens a Sandra pelo (seguramente interessante) livro em turno de criticares algo que ainda não leste, que ainda não conheces profundamente, entendes? Eu aprecio a forma como muitas vezes mostras que o rei vai nu, em temas como economia e politica!! Mas desta vez descarrilaste…
Comment by Lardozo — May 13, 2009 @ 5:42 pm
“Lowlander, vai ao dicionário.”
Nao estou a falar de portugues. Estou a falar da utilizacao incorrecta de terminologia muito especifica em analise de risco.
“O efeito do risco político no investimento directo estrangeiro – O caso do Brasil como país de destino”.
Tambem nao faz sentido.
Comment by Lowlander — May 13, 2009 @ 5:54 pm
Caro Lardoso,
1 - Porque e que eu hei-de dar os parabens a alguem por “algo que ainda não [li], que ainda não [conheco] profundamente, [entendo]?”
2 - “em turno de criticares algo que ainda não leste,”
Falso.
Comment by Lowlander — May 13, 2009 @ 6:05 pm
F e Lardozo
muito obrigada pelos comentários e pelos parabéns
Lowlander
grata pelas reticências em relação ao meu trabalho e quanto à divagação sobre o “impacte” permita-me que lhe diga que não faz sentido nenhum no contexto do meu estudo.
Sandra Aguiar
Comment by Sandra Aguiar — May 13, 2009 @ 6:16 pm
“Tambem nao faz sentido.”
Lowlander, vai pentear macacos. Sempre te achei muita piada e sempre me diverti imenso com as tuas provocações inteligentes, mesmo quando não sabias o que dizias. Mas desta vez, realmente, a única coisa que tenho para te dizer é isto: vai pentear macacos e desampara-me a loja, se faz favor.
Comment by LA-C — May 13, 2009 @ 7:14 pm
Sandra, Parabéns!
Vou solicitar a intervenção do Luís para obter um “autógrafo” e uma dedicatória da autora.
Comment by NA — May 13, 2009 @ 8:24 pm
Cara Sandra, antes de me retirar semi-voluntariamente para a minha barbearia simia, 2 notas:
1 - As reticencias nao sao em relacao a qualidade do trabalho ou pertinencia. Eram e sao, isso sim, sobre a classificacao de “cientifico”.
Como ja aqui escrevi antes, como forma de engenharia que procura a solucao de problemas muito especificos das sociedades humanas tenho todo o respeito pela economia e seus executores. Se por ai se ficassem nada mais havia a dizer. Agora, quando se auto-intitulam de cientistas sobe-me de facto a mostarda ao nariz.
2 - Quanto a minha “divagacao” ser irrelevante… O seu reparo sera justo se de facto se verifica que o estudo nao se debruca sobre a analise de risco que os agentes economicos que investem no estrangeiro fazem na antes de decidir onde investir. E isto? Pelo que li no resumo, parece-me que nao.
De resto, grato estou eu, honrado mesmo (porque nao admitir?) pela atencao dispensada a responder. E um raro prazer ver os seus comentarios por aqui.
Comment by Lowlander2 — May 13, 2009 @ 11:33 pm
Parabéns, Sandra! Como dito acima, tema interessante, obra muito promissora.
Cumprimentos,
João Campos
Comment by João Campos — May 14, 2009 @ 1:55 am
Sandra:
Aqui deixo os meus parabéns.
zé manel
Comment by josé manuel — May 14, 2009 @ 10:38 am
Parabéns!!!
O tema parece de facto muito interessante.
O livro está disponível em qualquer livraria?
Seria um prazer juntar o autógrafo da autora à cópia que irei comprar.
Comment by André Melo — May 14, 2009 @ 11:00 am
Gostaria só de deixar este comentário de defesa de um economista enquanto cientista/investigador, estando este comentário mais integrado nos comentários ao post, que propriamente integrado no próprio post.
Caro Lowlander e Lowlander2 (presumo que sejam a mesma pessoa por terem nomes bastantes parecidos e defenderem a ideia de forma contínua e numa posição coerente, apesar de errada do meu ponto de vista), ao contrário de vós (utilizo a expressão “vós” e não “ti” pois ao contrário do senhor(a)tenho respeito e cuidado na comunicação com quem não conheço) assino com um nome que pode procurar na vida real e não me escondo num nick informático.
Relativamente àquilo que diz de um economista não ser um cientista/investigador (um cientista é sobretudo um investigador) discordo consigo. De facto, um economista estuda múltiplas variáveis (risco, inflação, expectativas, atitudes governamentais, clima meterológico,…) e múltiplas disciplinas (pode verificar que as variáveis não são exlusivamente económicas). Procura elaborar teorias que expliquem o real e possibilitem os agentes (todo e qualquer indivíduo e/ou organização) a actuar. Prevê resultados futuros de acções no presente. Elabora estudos utilizando métodos ditos científicos.
Muito mais poderia ser dito mas o comentário já vai longo (certamente que alguém virá a seguir acrescentar e criticar alguns aspectos enumerados).
Penso que agora pode questionar a posição de economista enquanto cientista/invetigador através de argumentos que apresentei (parece ser bom nisso, em apenas questionar o que os outros fazem sem ser o primeiro a actuar para que os outros o possam criticar).
Tenha uma continuação de um bom dia.
P.S. Gostaria ainda de desejar os parabéns à Sandra Conraria Aguiar pelo livro que escreveu. Irei comprá-lo assim que o vir e espero não o deixar depois simplesmente na estante.
Comment by António Salgado — May 14, 2009 @ 1:40 pm
Antonio:
“assino com um nome que pode procurar na vida real e não me escondo num nick informático.”
Pois pois, isto sem um ad hominem ficava de facto incompleto…
“Penso que agora pode questionar a posição de economista enquanto cientista/invetigador através de argumentos que apresentei (parece ser bom nisso, em apenas questionar o que os outros fazem sem ser o primeiro a actuar para que os outros o possam criticar).”
A segunda parte da frase e apenas mais uma falacia.
Quanto a primeira parte, ja expus os meus argumentos aqui mesmo num outro post, em Janeiro
http://aguiarconraria.blogsome.com/2009/01/14/progress-dont-regress/#comment-4339
lamentavelmente, entre o trabalho na barbearia, o esforco herculeo (mas vil) de esconder a minha verdadeira identidade enquanto questiono sem actuar e as ferias iminentes, peco que me perdoe se a meio da discussao deixar de lhe responder.
Ja agora, creio que a expressao que procurava era talvez voce ao inves de vos (?) porque vos e segunda pessoa do plural…
Comment by Lowlander — May 14, 2009 @ 3:00 pm
Bem, este blog permite comentários e eu não resisto: Uma senhora escreve um livro sobre um assunto que interessa a muita gente; o marido da mesma senhora, com declaração de interesse dessa qualidade, anuncia o livro; um leitor do anúncio faz uns reparos (ignoro se pertinentes: não percebi uma parte do raciocínio) sobre o título. Imediatamente o marido manda o atrevido comentador pentear macacos. Outro comentador associa-se à objurgatória. Ao ignoto leitor que sou eu dá-lhe vontade de estar do lado do Lowlander, não obstante o próprio aparentemente não precisar de companhia. É que não estou livre de amanhã me apetecer manifestar discordância em relação a qualquer coisa que façam ou digam os donos do blogue. E preciso de saber: Não tendo, por manifesta falta de perfil, vocação para leitor venerador e obrigado, corro o risco de ir fazer companhia ao Lowlander na nobre arte de pentear monos?
Comment by JMG — May 14, 2009 @ 7:17 pm
Caríssimo Lowlander,
Relativamente à critica de utilização de um nick (àquilo que o senhor acusou de argumentação ad hominem), não era minha intenção de esquecer as críticas que o senhor apontou nem de outra qualquer maneira revirar atenções especiais para este mesmo aspecto do meu comentario. Foi um simples iniciar de uma análise ao seu comentário e à sua forma de pensar.
Relativamente à parte que identificou como falácia, eu passo a explicar. Até agora desconheço quem seja, o que faça e de que forma contribui para o melhorar da sociedade (provavelmente da mesma forma que o senhor me conhece a mim). No entanto insurge-se neste blog como alguem a quem se deva dar uma razão e atribuir um protagonismo na busca da verdade e compreensão da realidade (pelo menos da maneira que o senhor questiona as coisas dá-me a entender assim). A verdade é que não me ponho a criticar ninguém que não conheço sem razão aparente pois não sou dono da verdade total do mundo, mas também não sou de ficar parado perante ataques desnecessários e infundados a quem conheço, seja ele o conhecido mais longínquo.
Relativamente aos posts que escreveu em Janeiro, só lhe tenho a perguntar de onde retirou aquelas informações, porque assim sendo a psicologia e todas as ciências sociais deixam de poder ser consideradas uma ciência. Podemos também acusar engenharias como não ciências pois também não dão 100% de garantias sobre como se comporta determinado edifício ou máquina em determindadas condições (peço desculpa se algum engenheiro se vir ofendido por estar a reduzir o seu campo de acção a estes exemplos, mas são somente exemplos que pretendo dar e não abarcar todas as engenharias neste discurso).
Agora, para ter um pouco menos de trabalho em converter suas palavras por outras sem deturpar a ideia com que as mencionou, vou recorrer à sua técnica de citação. Assim:
“lamentavelmente, entre o trabalho na barbearia, o esforco herculeo (mas vil) de esconder a minha verdadeira identidade enquanto questiono sem actuar e as ferias iminentes, peco que me perdoe se a meio da discussao deixar de lhe responder.”
talvez esta frase/ideia devesse ter sido colocada imediatamente a seguir a:
“Pois pois, isto sem um ad hominem ficava de facto incompleto…”
Penso que ficaria melhor em termos de estruturação do comentário e teria um maior impacto a parte em que se desculpa por deixar de me responder a meio da dita discussão (coisa que não me afecta pois a partir desse momento assumirei que cumpriu a sua vontade/obrigação:
“me retirar semi-voluntariamente para a minha barbearia simia”).
Finalmente, mas não menos importante, a palavra “você” implica que o conheço, que estou a ver, pelo que sugere um contacto mais informal que a palavra “vós”. Esta última sugere um maior respeito e, por sugerir um plural, engrandece a pessoa que a recebe (não quer dizer que neste caso se aplique mas pronto).
Penso que respondi a todos os pontos que colocou.
Só espero que me responda a um que coloquei neste comentário relativo às bases de fundamentação das condições necessárias para se considerar uma ciência, descritas no post por si referenciado.
Comment by António Salgado — May 14, 2009 @ 7:40 pm
Caríssimo JMG,
Só gostaria de ver esclarecida uma questão relativamente ao seu comentário, ate porque de resto concordo consigo na sua essência (não totalmente mas pronto). Ao referir-se ao comentador que se colocou ao lado do autor, está a referir-se exactamente a quem?
Peço desculpa por o estar a questionar num assunto menor, mas acontece que penso que se deve identificar cada comentador pois ele representa uma pessoa (apesar de alguns não parecerem, mas pronto).
Comment by António Salgado — May 14, 2009 @ 7:46 pm
JMG, se acha que o título “O efeito do risco político no investimento directo estrangeiro” não faz sentido, então parece-me que terá graves dificuldades para interpretar os textos mais simples. E nesse caso não me parece que o seu tempo seja bem empregado aqui a comentar os meus textos.
Se é daqueles que vem com tanta vontade de pegar por qualquer coisita que, só para chatear, se faz de parvo e diz que este título não faz sentido. Então parece-me que ir pentear monos não é má opção, ou, pelo menos, desampare-me a loja.
Se é cliente habitual deste blogue, sabe bem o que penso de “leitores veneradores”, pelo que não preciso de responder a isso.
Se quer vir discutir qualquer assunto aqui postado, por favor esteja à vontade. Quanto ao resto, se não se sente bem por aqui, a porta de saída é a mesma que a porta de entrada.
Comment by LA-C — May 14, 2009 @ 7:51 pm
Sandra, os meus parabéns. Não percebo patavina do assunto do teu livro, mas percebo de fazer trabalhos científicos e ter uma profissão ao mesmo tempo que filhos pequenos, o que, ainda mais me leva felicitar-te. Abraço grande, extensivo ao Luís e à pequenita.
Comment by Zu — May 14, 2009 @ 11:04 pm
Este JMG deve ser bruto como uma porta empenada! Eh pá, ganha tino e escreve menos mas melhor. Não te dás conta da figura de pobre diabo que fazes, desgraçado? Até um título mais do que claro em toda a CPLP serve para lançar a controvérsia… Chiça, assim não!
Comment by João Campos — May 14, 2009 @ 11:24 pm
Muito bem. Concordo.
Comment by Anonymous — May 15, 2009 @ 4:48 pm
La-C, manifestamente leu na diagonal o que escrevi. Se lá voltar, verificará que nada no meu texto justifica a sua reacção, que põe na minha cabeça ideias que não tenho e na minha boca coisas que não disse. Seja como for, não vou em casa alheia, onde se me mostra o caminho da porta, fazer finca-pé. Desejo-lhe, sem nenhuma reserva, as maiores felicidades e desamparo-lhe a loja como sugere.
Comment by JMG — May 15, 2009 @ 4:49 pm
” põe na minha cabeça ideias que não tenho e na minha boca coisas que não disse.”
Nada foi posto na sua boca. Limitei-me a referir vários “ses”. Da lista, não exaustiva, de “ses” que lá estão, escolha o que lhe apetecer. Um deles até foi: “Se quer vir discutir qualquer assunto aqui postado, por favor esteja à vontade.”
Comment by LA-C — May 15, 2009 @ 4:52 pm
Meus amigos,
O caso Freeport e o RISCO POLITICO a ele associado podem constituir o FIM da demomcrcia em Portugal (ou desta porcaria de regimen que temos que fica 10o000000 pontos abaixo daquilo que seria uma democracia decente). Por este motivo tantos portugueses emigram para locais lixados, onde trabalham como bestas de carga para alimentar esta corja de politicos corruptos dos quais SOCRATES é o pior!
O BRASIL como territorio de RISCO politico… Bom exemplo! No Brasil em cada 1000 politicos, 999 devem ser corruptos (EM ANGOLA os 1000 oubariam). Segue-se PORTUGAL: por cada 1000, temos uns 500 chupistas (os outros 500 são tão incompetentes que nem para roubar prestam)! Depois vem a UE, com BARROSO (ladrão assumido, com DIAS LOUREIRO e ca lda). Por fim, no topo desta piramode de corruptos vem os USA, onde calculo que a roubalheira e a sem-vergonhice abundam em pra i 10% dos senadores etc. Ora assim se conclui que o crescimento dos estados depende da sua capacidade para expuragar e castigar coruptos. Por este andar vamos enterrar-nos tanto que em 10 anos ninguem vai querer ser portugues!!!!!! Prabens pelo titulo escolhido, que desmascara esta quadrilha brasilera / portuguesa que nos chupa e rouba!
Comment by Albano Duarte Albernaz (Belfast) — May 16, 2009 @ 3:28 pm
Ganha juíjo, Albano. Ainda não entendi como é que uma entrada simples e clara suscita estas bacoradas como resposta… E ouve, Albano, tem respeito por esse grande país que é o Brasil porque ninguém tem culpa das tuas alucinações e da tua ignorância, fogo! É por causa de comentadores destes que não tenho um blog, pá: o Luís tem uma paciência de santo, caramba…
Comment by João Campos — May 17, 2009 @ 9:37 pm
“Ainda não entendi como é que uma entrada simples e clara suscita estas bacoradas como resposta…”
É absolutamente notável, de facto. Um gajo põe aqui uma entrada que nada mais pretende ser do que mostrar uma pitada de orgulho pelo trabalho da sua mulher (neste caso o trabalho corresponde a uma tese de mestrado em Ciências Empresariais) e tem de aturar todos estes comentários.
João Campos, ao contrário do que dizes, não tenho paciência de santo, mas lá que dava jeito tê-la.
Comment by LA-C — May 17, 2009 @ 10:04 pm
Impacto de risco político no Brasil =+- 0.
Investamos lá, Albernás.
Comment by Anonymous — May 18, 2009 @ 1:27 am
Haja paciência, Luís. E parabéns Sandra!
Comment by Pedro Magalhães — May 18, 2009 @ 11:54 am
Antonio Salgado:
Desculpas pelo atraso na volta do correio mas as ferias foram mesmo grandes. E foram muito boas, obrigadissimo por perguntar.
Quero tambem agradecer as suas valiosas e acima de tudo pertinentes contribuicoes para a estrutura estilistica dos meus textos em formato caixa de comentario, nao esquecerei de o mencionar no meu discurso de agradecimento em Estocolmo…
Adiante:
“Foi um simples iniciar de uma análise ao seu comentário e à sua forma de pensar.”
Pois… uma “analise” de um comentario e de uma forma de pensar que comeca por se debrucar sobre a identidade do interlocutor e portanto simples rotina e nada tem de errado na abordagem. Estou esclarecido!
Quanto ao seu segundo paragrafo, agradecido uma vez mais pela sua detalhada explicacao, e supimpa e bestial. Infelizmente, nao altera o caracter falacioso do seu argumento. Para nao falar que os “ataques” nao foram as “pessoas” mas sim a terminologia de um titulo de um livro e a classificacao de uma determinada actividade, e nao sao infundados, nem falaciosos ja agora.
Quanto ao amago do seu comentario:
“Relativamente aos posts que escreveu em Janeiro, só lhe tenho a perguntar de onde retirou aquelas informações, porque assim sendo a psicologia e todas as ciências sociais deixam de poder ser consideradas uma ciência.”
Aquilo que escrevi nao sao informacoes, sao deducoes.
Quanto as outras ciencias sociais, a maioria a partida podem ser ciencias desde que os seus objectos de estudo nao sejam artefactos humanos e sim produtos do “mundo natural”. Agora que havera varias “ciencias sociais” entre elas a economia que na realidade o nao sao, de acordo com aquilo que conclui do meu estudo do problema da delimitacao da ciencia. E tambem lhe digo mais, a maior parte das fraquezas das ciencias sociais em adoptarem uma “postura cientifica” advem de um outro problema a juzante deste que sao as dificuldades em adoptarem o metodo cientifico para produzirem conhecimento.
Em ultima analise todos os ramos das ciencias sao, quando analisadas ate as suas causas primordiais, ramificacoes da Fisica, sendo que, como de momento nao possuimos ainda uma teoria unificadora, suficientemente robusta para estudar todos os fenomenos naturais no corpo da Fisica e mais simples tratar estas outras ciencias como corpos separados.
Ora eu pergunto-lhe a si: voce consegue tracar uma linha de relacionamento entre a economia e a fisica? E que a Biologia e a Quimica conseguem-no sem problemas e a psicologia, por exemplo, conseguiria, porque estuda fenomenos resultado do cerebro humano que e o resultado de uma organizacao celular especifica etc. Ja a sociologia so o consegue justificar como um ramo da psicologia. Sera que o Antonio advoga que a economia e um ramo da psicologia?
Seja como for, a classificacao de outras ciencias acaba por ser pouco relevante porque o problema fundamental por mim apontado permanece, se o seu objecto de estudo nao e passivel ao principio da conservacao das suas causas entao nao pode ser estudado como uma ciencia.
O Carl Sagan escreveu que a ciencia so e possivel porque o universo em que vivemos nao muda nem de forma demasiado previsivel nem de forma demasiado imprevisivel: ou seja, se tudo fosse facilmente previsivel a ciencia desnecessaria e se tudo fosse caotico nao seria possivel inferir relacoes de causa-efeito no mundo natural porque estas nao existiriam simplesmente tornando portanto a ciencia impossivel.
“Podemos também acusar engenharias como não ciências”
Se ler com atencao os meus comentarios, e perfeitamente obvio que para mim, engenharia nao e ciencia, alias, por isso mesmo e que creio que o lugar correcto da economia e no ramo das engenharias. E ja li economistas (bloggers) que o defendem tambem, no minimo para a macroeconomia.
Comment by Lowlander — June 12, 2009 @ 3:24 pm
ola. estou a escrever porque actualmente tenho dedicado algum tempo a ler o livro da Sandra. sou aluna do iscte no mestrado de finanças e estou a trabalhar numa tese com um tema parecido mas tratando=se do IDE em Portugal. adoraria poder ter contacto com a Sandra para lhe fazer algumas perguntas em relaçao ao seu trabalho e que também pode me ajudar no meu.
Comment by vanice — September 10, 2009 @ 4:25 pm
Vanice, contacte-me directamente: aguiarconraria@gmail.com
Comment by LA-C — September 10, 2009 @ 5:02 pm