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	<title>Comments on: Progress, don&#8217;t regress</title>
	<link>http://aguiarconraria.blogsome.com/2009/01/14/progress-dont-regress/</link>
	<description>blogue de Luís Aguiar-Conraria, de Fernando Alexandre e de Cristóvão de Aguiar</description>
	<pubDate>Sat, 05 Dec 2009 02:43:36 +0000</pubDate>
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	<item>
		<title>by: LA-C</title>
		<link>http://aguiarconraria.blogsome.com/2009/01/14/progress-dont-regress/#comment-4468</link>
		<pubDate>Wed, 04 Feb 2009 22:17:36 +0000</pubDate>
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					<description>Lowlander, quando tiver tempo respondo-te. Quando o fizer chamarei o teu texto ao corpo principal, ok?</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Lowlander, quando tiver tempo respondo-te. Quando o fizer chamarei o teu texto ao corpo principal, ok?
</p>
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	<item>
		<title>by: portela menos 1</title>
		<link>http://aguiarconraria.blogsome.com/2009/01/14/progress-dont-regress/#comment-4352</link>
		<pubDate>Mon, 19 Jan 2009 23:01:43 +0000</pubDate>
		<guid>http://aguiarconraria.blogsome.com/2009/01/14/progress-dont-regress/#comment-4352</guid>
					<description>(...) deixando de parte comunistas e afins um pouco mais folclóricos (...) 

importa-se de explicar melhor ? 
</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>(&#8230;) deixando de parte comunistas e afins um pouco mais folclóricos (&#8230;) </p>
	<p>importa-se de explicar melhor ?
</p>
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				</item>
	<item>
		<title>by: Lardozo</title>
		<link>http://aguiarconraria.blogsome.com/2009/01/14/progress-dont-regress/#comment-4350</link>
		<pubDate>Mon, 19 Jan 2009 17:21:19 +0000</pubDate>
		<guid>http://aguiarconraria.blogsome.com/2009/01/14/progress-dont-regress/#comment-4350</guid>
					<description>&quot;Ética não continua a ser opcional na Harvard Business School?&quot; 

Deve ser aquela opcional que ninguem escolhe... Ou talvez seja aquele tipo de Ética viscosa (defendido no blog de J. Miranda) que permite a um ser humano explorar outro desde que as leis da oferta e da procura assim o permitam. Tenho um amigo que estudou na Catolica em Madrid e que teve aulas de &quot;Ética&quot;. Uma vez perguntou se era correcto que um menina (colombiana ou guatemalteca) que nem 18 anos devia ter ganhasse 6 euros por hora para limpar as casas de banho da Universidade. Respondeu-lhe o padre que &quot;na terra dela ainda devia ganhar menos&quot;... Ética desta, nauseabunda como C. Aguiar bem diz na sua entrada, não obrigado! 

PS: Por muito Marxista que tenha sido a universidade do Porto, Oliveira e Costa cedo se demarcou dela, aliando-se e fazendo parte de partidos de direitas desde os bancos da faculdade. O seu caso constitui o arque-tipo, o estereo-tipo do estudante capitalista de direitas e nunca o seu oposto. Alguma vez se viu Francisco Loucã a roubar o a acoitar bandidos e vigarios no seu partido? Esse sim constitui o exemplo do estudante-economista de esquerdas em Portugal.</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>&#8220;Ética não continua a ser opcional na Harvard Business School?&#8221; </p>
	<p>Deve ser aquela opcional que ninguem escolhe&#8230; Ou talvez seja aquele tipo de Ética viscosa (defendido no blog de J. Miranda) que permite a um ser humano explorar outro desde que as leis da oferta e da procura assim o permitam. Tenho um amigo que estudou na Catolica em Madrid e que teve aulas de &#8220;Ética&#8221;. Uma vez perguntou se era correcto que um menina (colombiana ou guatemalteca) que nem 18 anos devia ter ganhasse 6 euros por hora para limpar as casas de banho da Universidade. Respondeu-lhe o padre que &#8220;na terra dela ainda devia ganhar menos&#8221;&#8230; Ética desta, nauseabunda como C. Aguiar bem diz na sua entrada, não obrigado! </p>
	<p>PS: Por muito Marxista que tenha sido a universidade do Porto, Oliveira e Costa cedo se demarcou dela, aliando-se e fazendo parte de partidos de direitas desde os bancos da faculdade. O seu caso constitui o arque-tipo, o estereo-tipo do estudante capitalista de direitas e nunca o seu oposto. Alguma vez se viu Francisco Loucã a roubar o a acoitar bandidos e vigarios no seu partido? Esse sim constitui o exemplo do estudante-economista de esquerdas em Portugal.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: AP</title>
		<link>http://aguiarconraria.blogsome.com/2009/01/14/progress-dont-regress/#comment-4347</link>
		<pubDate>Mon, 19 Jan 2009 09:34:41 +0000</pubDate>
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					<description>Ética não continua a ser opcional na Harvard Business School?</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Ética não continua a ser opcional na Harvard Business School?
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: l.rodrigues</title>
		<link>http://aguiarconraria.blogsome.com/2009/01/14/progress-dont-regress/#comment-4344</link>
		<pubDate>Sat, 17 Jan 2009 23:04:24 +0000</pubDate>
		<guid>http://aguiarconraria.blogsome.com/2009/01/14/progress-dont-regress/#comment-4344</guid>
					<description>Estava, evidentemente, a exagerar. Não percebo a parte matemática, dos modelos, das curvas. Não tenho formação académica em economia, seria talvez mais correcto. 

O meu argumento mantém-se: se a economia dominante se sustenta numa definiçao simplista e falaciosa da sua unidade mais elementar, o ser humano, tudo o que se cria sobre essa fundação está enfermo, à partida.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Estava, evidentemente, a exagerar. Não percebo a parte matemática, dos modelos, das curvas. Não tenho formação académica em economia, seria talvez mais correcto. </p>
	<p>O meu argumento mantém-se: se a economia dominante se sustenta numa definiçao simplista e falaciosa da sua unidade mais elementar, o ser humano, tudo o que se cria sobre essa fundação está enfermo, à partida.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: João Campos</title>
		<link>http://aguiarconraria.blogsome.com/2009/01/14/progress-dont-regress/#comment-4343</link>
		<pubDate>Sat, 17 Jan 2009 22:22:19 +0000</pubDate>
		<guid>http://aguiarconraria.blogsome.com/2009/01/14/progress-dont-regress/#comment-4343</guid>
					<description>Oh lá... Parece que temos aqui argumentos de peso! De facto há muito quem ponha em dúvida o estatuto da Economia enquanto ciência. Não que não o seja: jovem ou não, é-o. Acontece é que é uma ciência social, o que acarreta preceitos epistemológicos próprios. O aparente paradoxo do xadrez, brandido por Low-Lander como espantalho foi há muito analisado por epistemólogos de Mertona Khun e muito bem sumariado por bons divulgadores da ciência, como Morin e Sagan. Saliento contudo, que  é verdade que muitas vezes são os economistas a dar o mau exemplo e a querer apresentar-se como &quot;mais científicos&quot; que sociólogos, psicólogos e antrpólogos. Essa ideia de uma terra intermédia entre as ciências sociais e as &quot;ciências duras&quot; é de facto um embuste que alguns economistas usam como arma de arremesso. Nisso secundo o LowAnder, pá e tenho a certeza que também conheces maus exemplos desses, Luís...</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Oh lá&#8230; Parece que temos aqui argumentos de peso! De facto há muito quem ponha em dúvida o estatuto da Economia enquanto ciência. Não que não o seja: jovem ou não, é-o. Acontece é que é uma ciência social, o que acarreta preceitos epistemológicos próprios. O aparente paradoxo do xadrez, brandido por Low-Lander como espantalho foi há muito analisado por epistemólogos de Mertona Khun e muito bem sumariado por bons divulgadores da ciência, como Morin e Sagan. Saliento contudo, que  é verdade que muitas vezes são os economistas a dar o mau exemplo e a querer apresentar-se como &#8220;mais científicos&#8221; que sociólogos, psicólogos e antrpólogos. Essa ideia de uma terra intermédia entre as ciências sociais e as &#8220;ciências duras&#8221; é de facto um embuste que alguns economistas usam como arma de arremesso. Nisso secundo o LowAnder, pá e tenho a certeza que também conheces maus exemplos desses, Luís&#8230;
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: LA-C</title>
		<link>http://aguiarconraria.blogsome.com/2009/01/14/progress-dont-regress/#comment-4340</link>
		<pubDate>Sat, 17 Jan 2009 10:27:38 +0000</pubDate>
		<guid>http://aguiarconraria.blogsome.com/2009/01/14/progress-dont-regress/#comment-4340</guid>
					<description>Lowlander, este fim-de-semana vou estar em mudanças pelo que não lhe posso responder. mas na próxima semana vou fazer um esforço, ok?
abraço e bom fim-de-semana.</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Lowlander, este fim-de-semana vou estar em mudanças pelo que não lhe posso responder. mas na próxima semana vou fazer um esforço, ok?<br />
abraço e bom fim-de-semana.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: Lowlander</title>
		<link>http://aguiarconraria.blogsome.com/2009/01/14/progress-dont-regress/#comment-4339</link>
		<pubDate>Sat, 17 Jan 2009 01:20:11 +0000</pubDate>
		<guid>http://aguiarconraria.blogsome.com/2009/01/14/progress-dont-regress/#comment-4339</guid>
					<description>&quot;Tenho pena que não venha mais vezes pois é um provocador nato.&quot;

Seja feita a sua vontade.

&quot;Como diria Teodora Cardoso, do Banco de Portugal, esta crise veio demonstrar que os avanços da Teoria Económica não acompanharam o crescimento da complexidade do mundo global.&quot;

1 - E como e que o LA-C pode subscrever uma afirmacao destas enquanto defende o mitico estatuto cientifico da teoria economica?
1.1 - Mais uma me repito: nem sequer entrando pelos problemas que a Economia tem em adoptar o metodo cientifico para compreender o seu objecto de estudo ha um problema muito mais fundamental. O objecto de estudo e um completo artefacto humano, e como tal nao e razoavel ter como axioma que os seus mecanismos de funcionamento sao constantes (na realidade constata-se amiude precisamente a sua irrazoabilidade). Ora a ciencia (qualquer ramo) so e concebivel porque as nossas experiencias da realidade observavel indicam que a natureza, apesar de em constante mutacao e evolucao, o faz por processos subjacentes constantes e dedutiveis.

1.2 - Nao e por acaso que me repito amiude comparando a teoria economica com a teoria xadrezistica. E que ambas se debrucam sobre artefactos humanos, nao sujeitos ao principio da conservacao. As centenas de volumes que actualmente existem sobre xadrez seriam absolutamente inuteis em maior ou menos grau se amanha toda a Federacao Mundial de Xdrez decidisse mudar as regras do jogo! Ora isto ocorre constantemente com a economia porque as sociedades mudam constantemente as regras do jogo economico! Os &quot;mercados&quot; sao construccoes sociais.

A economia e uma engenharia, neste caso social, uma aplicacao pratica muito especifica de conhecimentos cientificos gerados por outras areas de investigacao. 

&quot;Em termos relativos, é possível que hoje percebamos menos da realidade do que há uma década.&quot;

2 - Porque? Repare que isto e incompativel com uma disciplina cientifica bem mais antiga que a fisica quantica ou a climatologia por exemplo que reclama perceber como funciona o seu objecto de estudo (pelo menos melhor que um biologo marinho ou engenheiro electrotecnico). Totalmente incompativel! Nem sequer conseguem balizar atraves de limites de incerteza as proposicoes sobre economia que produzem. 
2.1 - Ora este estado de coisas numa &quot;ciencia&quot; so explicavel pelas seguintes alternativas:

a) Uma ramo cientifico extremamente jovem ou sub-financiado. O que manifestamente nao e o caso.
b) Incompetencia gritante dos seus actores em implementar o metodo cientifico e na fiscalizacao atraves do peer review.
c) Impossibilidade de aplicao do metodo cientifico (o ponto a) e uma possivel causa disto mas ha outras).
d) Mudanca radical no objecto de estudo e nos seus processos fundamentais de funcionamento.

2.3 - Ora por definicao as alternativas c) e d) invalidam a classificacao da economia como ciencia e a alternativa a) nao se verifica simplesmente. Agora escolha...

A economia e uma engenharia, neste caso social, uma aplicacao pratica muito especifica de conhecimentos cientificos gerados por outras disciplinas essas sim, cientificas.

E em tom de remate, uma ultima vez me repito: esta mitica auto-intitulacao por parte dos economistas so e compreensivel como uma tentativa de alcance de capital politico em sociedades que se pretendem &quot;de conhecimento&quot; ou &quot;cientificas&quot;, com assinalavel sucesso diga-se. 
Como observador cinico nao posso deixar de ficar impressionado com o fantastico golpe publicitario que representa. 
Como consumidor e utilizador compulsivo de ciencia faz-me rir a ironia. 
Como cidadao admirador do conhecimento cientifico como alavanca para iluminar o progresso Humano considero absolutamente revoltante.   </description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>&#8220;Tenho pena que não venha mais vezes pois é um provocador nato.&#8221;</p>
	<p>Seja feita a sua vontade.</p>
	<p>&#8220;Como diria Teodora Cardoso, do Banco de Portugal, esta crise veio demonstrar que os avanços da Teoria Económica não acompanharam o crescimento da complexidade do mundo global.&#8221;</p>
	<p>1 - E como e que o LA-C pode subscrever uma afirmacao destas enquanto defende o mitico estatuto cientifico da teoria economica?<br />
1.1 - Mais uma me repito: nem sequer entrando pelos problemas que a Economia tem em adoptar o metodo cientifico para compreender o seu objecto de estudo ha um problema muito mais fundamental. O objecto de estudo e um completo artefacto humano, e como tal nao e razoavel ter como axioma que os seus mecanismos de funcionamento sao constantes (na realidade constata-se amiude precisamente a sua irrazoabilidade). Ora a ciencia (qualquer ramo) so e concebivel porque as nossas experiencias da realidade observavel indicam que a natureza, apesar de em constante mutacao e evolucao, o faz por processos subjacentes constantes e dedutiveis.</p>
	<p>1.2 - Nao e por acaso que me repito amiude comparando a teoria economica com a teoria xadrezistica. E que ambas se debrucam sobre artefactos humanos, nao sujeitos ao principio da conservacao. As centenas de volumes que actualmente existem sobre xadrez seriam absolutamente inuteis em maior ou menos grau se amanha toda a Federacao Mundial de Xdrez decidisse mudar as regras do jogo! Ora isto ocorre constantemente com a economia porque as sociedades mudam constantemente as regras do jogo economico! Os &#8220;mercados&#8221; sao construccoes sociais.</p>
	<p>A economia e uma engenharia, neste caso social, uma aplicacao pratica muito especifica de conhecimentos cientificos gerados por outras areas de investigacao. </p>
	<p>&#8220;Em termos relativos, é possível que hoje percebamos menos da realidade do que há uma década.&#8221;</p>
	<p>2 - Porque? Repare que isto e incompativel com uma disciplina cientifica bem mais antiga que a fisica quantica ou a climatologia por exemplo que reclama perceber como funciona o seu objecto de estudo (pelo menos melhor que um biologo marinho ou engenheiro electrotecnico). Totalmente incompativel! Nem sequer conseguem balizar atraves de limites de incerteza as proposicoes sobre economia que produzem.<br />
2.1 - Ora este estado de coisas numa &#8220;ciencia&#8221; so explicavel pelas seguintes alternativas:</p>
	<p>a) Uma ramo cientifico extremamente jovem ou sub-financiado. O que manifestamente nao e o caso.<br />
b) Incompetencia gritante dos seus actores em implementar o metodo cientifico e na fiscalizacao atraves do peer review.<br />
c) Impossibilidade de aplicao do metodo cientifico (o ponto a) e uma possivel causa disto mas ha outras).<br />
d) Mudanca radical no objecto de estudo e nos seus processos fundamentais de funcionamento.</p>
	<p>2.3 - Ora por definicao as alternativas c) e d) invalidam a classificacao da economia como ciencia e a alternativa a) nao se verifica simplesmente. Agora escolha&#8230;</p>
	<p>A economia e uma engenharia, neste caso social, uma aplicacao pratica muito especifica de conhecimentos cientificos gerados por outras disciplinas essas sim, cientificas.</p>
	<p>E em tom de remate, uma ultima vez me repito: esta mitica auto-intitulacao por parte dos economistas so e compreensivel como uma tentativa de alcance de capital politico em sociedades que se pretendem &#8220;de conhecimento&#8221; ou &#8220;cientificas&#8221;, com assinalavel sucesso diga-se.<br />
Como observador cinico nao posso deixar de ficar impressionado com o fantastico golpe publicitario que representa.<br />
Como consumidor e utilizador compulsivo de ciencia faz-me rir a ironia.<br />
Como cidadao admirador do conhecimento cientifico como alavanca para iluminar o progresso Humano considero absolutamente revoltante.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: LA-C</title>
		<link>http://aguiarconraria.blogsome.com/2009/01/14/progress-dont-regress/#comment-4338</link>
		<pubDate>Fri, 16 Jan 2009 23:25:08 +0000</pubDate>
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					<description>&quot;Eu não percebo nada de economia.&quot;

I.Rodrigues, confesso que nunca tinha visto ninguém a usar a sua ignorância como argumento de autoridade.</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>&#8220;Eu não percebo nada de economia.&#8221;</p>
	<p>I.Rodrigues, confesso que nunca tinha visto ninguém a usar a sua ignorância como argumento de autoridade.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: l.rodrigues</title>
		<link>http://aguiarconraria.blogsome.com/2009/01/14/progress-dont-regress/#comment-4337</link>
		<pubDate>Fri, 16 Jan 2009 23:18:36 +0000</pubDate>
		<guid>http://aguiarconraria.blogsome.com/2009/01/14/progress-dont-regress/#comment-4337</guid>
					<description>Eu não percebo nada de economia. Percebo um pouco mais de psicologia. O suficiente para saber que qualquer edificio construido sobre o Homo Economicus é um castelo de areia.</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Eu não percebo nada de economia. Percebo um pouco mais de psicologia. O suficiente para saber que qualquer edificio construido sobre o Homo Economicus é um castelo de areia.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: João Pinto e Castro</title>
		<link>http://aguiarconraria.blogsome.com/2009/01/14/progress-dont-regress/#comment-4329</link>
		<pubDate>Fri, 16 Jan 2009 13:56:27 +0000</pubDate>
		<guid>http://aguiarconraria.blogsome.com/2009/01/14/progress-dont-regress/#comment-4329</guid>
					<description>&quot;Ninguém anda a ensinar os alunos a serem desonestos.&quot; Discordo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>&#8220;Ninguém anda a ensinar os alunos a serem desonestos.&#8221; Discordo.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: LA-C</title>
		<link>http://aguiarconraria.blogsome.com/2009/01/14/progress-dont-regress/#comment-4315</link>
		<pubDate>Thu, 15 Jan 2009 19:00:00 +0000</pubDate>
		<guid>http://aguiarconraria.blogsome.com/2009/01/14/progress-dont-regress/#comment-4315</guid>
					<description>A todos muito obrigado pelos comentários
1. Anónimo, isto não é o jogo da bola, é uma mera troca cordial de galhardetes e pequenas provocações entre dois amigos.
2. L, não me parece que tenha culpado a complexidade pela crise. Quando muito terei dito que o mudo é tão complexo que ainda vai demorar algum tempo até compreendermos bem as causas e os efeitos da crise.
3. L, de acordo
4. Anónimo, o LowLander é um tipo esperto e de olhar aguçado e gosto imenso que venha cá comentar. Tenho pena que não venha mais vezes pois é um provocador nato. Mas não me parece que ele tenha problemas com o capitalismo, ele tem é com o lugar da Economia nas Ciências. Diga-se de passagem que está muito bem acompanhado nesse cepticismo
5. Artur, vou acrescentar o teu nome por baixo então. :)
6. F, vou endereçar a pergunta que faz a Medeiros Ferreiro. É um desafio interessante.
7. Rui, você, já por diversas vezes, tinha escrito comentários no mesmo sentido. Eu ainda não tinha encontrado disposição para sobre isto escrever.
8. F, fico sempre na dúvida sobre se Keynes concorda com a interpretação que Hicks dele fez. Muitos keynesianos dizem que não.
9. Luís Lavoura, muito interessante o que escreve. Eu não tenho dúvidas que conceptualmente a Economia, ou qualquer outra ciência social, é mais difícil do que a Física. E um dos motivos prende-se com o que diz. Em ciências sociais há sempre dados novos que nos obrigam, constantemente, a rever teorias passadas. Ainda por cima, a leitura dos dados não é tão objectiva como na Física, pelo que se torna mais difícil refutar teorias. Claro que em Física acontece o mesmo, mas não com a mesma frequência, digamos que o sistema solar de agora não é muito diferente do sistema solar de há 50 anos (quando muito a qualidade das observações e que melhorou), já as organizações sociais mudaram brutalmente ao longo das últimas décadas. Assim, os economistas têm sempre material novo para estudar. Quanto à presente crise, não me parece que só agora se comece a estudar. O estudo dos ciclos económicos e das grande depressões há muito que faz parte do ‘core’ da disciplina. Agora é um facto que esta crise vai introduzir dados novos que nos permitirão perceber melhor as dinâmicas dos ciclos económicas e das grandes crises. É até provável que desta crise tiremos ensinamentos que mudem a nossa visão sobre crises passadas, como a Grande Depressão dos anos 30. Enfim, vamos ver.
Quanto às leis... Leis que são derivadas e que posteriormente se conclui que não se verificam são leis refutadas, na minha opinião. Mas, mais uma vez, as leis em Economia não são iguais às da Física, mas isso poderá ficar para um ‘post’ futuro.
Para terminar, não me parece que a teoria económica esteja assim tão às aranhas com a presente crise. O que me parece é que há quem queira que os economistas tenham solução milagreiras que nos permitam sair da crise instantaneamente. Ora não é o caso. Nem a crise dura assim há tanto tempo, a zona Euro,por exemplo, apenas entrou em recessão há meia dúzia de meses. (Portugal é que está em crise desde 2001, mas isso é outra conversa)</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>A todos muito obrigado pelos comentários<br />
1. Anónimo, isto não é o jogo da bola, é uma mera troca cordial de galhardetes e pequenas provocações entre dois amigos.<br />
2. L, não me parece que tenha culpado a complexidade pela crise. Quando muito terei dito que o mudo é tão complexo que ainda vai demorar algum tempo até compreendermos bem as causas e os efeitos da crise.<br />
3. L, de acordo<br />
4. Anónimo, o LowLander é um tipo esperto e de olhar aguçado e gosto imenso que venha cá comentar. Tenho pena que não venha mais vezes pois é um provocador nato. Mas não me parece que ele tenha problemas com o capitalismo, ele tem é com o lugar da Economia nas Ciências. Diga-se de passagem que está muito bem acompanhado nesse cepticismo<br />
5. Artur, vou acrescentar o teu nome por baixo então. <img src='http://aguiarconraria.blogsome.com/wp-images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /><br />
6. F, vou endereçar a pergunta que faz a Medeiros Ferreiro. É um desafio interessante.<br />
7. Rui, você, já por diversas vezes, tinha escrito comentários no mesmo sentido. Eu ainda não tinha encontrado disposição para sobre isto escrever.<br />
8. F, fico sempre na dúvida sobre se Keynes concorda com a interpretação que Hicks dele fez. Muitos keynesianos dizem que não.<br />
9. Luís Lavoura, muito interessante o que escreve. Eu não tenho dúvidas que conceptualmente a Economia, ou qualquer outra ciência social, é mais difícil do que a Física. E um dos motivos prende-se com o que diz. Em ciências sociais há sempre dados novos que nos obrigam, constantemente, a rever teorias passadas. Ainda por cima, a leitura dos dados não é tão objectiva como na Física, pelo que se torna mais difícil refutar teorias. Claro que em Física acontece o mesmo, mas não com a mesma frequência, digamos que o sistema solar de agora não é muito diferente do sistema solar de há 50 anos (quando muito a qualidade das observações e que melhorou), já as organizações sociais mudaram brutalmente ao longo das últimas décadas. Assim, os economistas têm sempre material novo para estudar. Quanto à presente crise, não me parece que só agora se comece a estudar. O estudo dos ciclos económicos e das grande depressões há muito que faz parte do ‘core’ da disciplina. Agora é um facto que esta crise vai introduzir dados novos que nos permitirão perceber melhor as dinâmicas dos ciclos económicas e das grandes crises. É até provável que desta crise tiremos ensinamentos que mudem a nossa visão sobre crises passadas, como a Grande Depressão dos anos 30. Enfim, vamos ver.<br />
Quanto às leis&#8230; Leis que são derivadas e que posteriormente se conclui que não se verificam são leis refutadas, na minha opinião. Mas, mais uma vez, as leis em Economia não são iguais às da Física, mas isso poderá ficar para um ‘post’ futuro.<br />
Para terminar, não me parece que a teoria económica esteja assim tão às aranhas com a presente crise. O que me parece é que há quem queira que os economistas tenham solução milagreiras que nos permitam sair da crise instantaneamente. Ora não é o caso. Nem a crise dura assim há tanto tempo, a zona Euro,por exemplo, apenas entrou em recessão há meia dúzia de meses. (Portugal é que está em crise desde 2001, mas isso é outra conversa)
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: Luís Lavoura</title>
		<link>http://aguiarconraria.blogsome.com/2009/01/14/progress-dont-regress/#comment-4314</link>
		<pubDate>Thu, 15 Jan 2009 17:18:06 +0000</pubDate>
		<guid>http://aguiarconraria.blogsome.com/2009/01/14/progress-dont-regress/#comment-4314</guid>
					<description>Gostei.

Entretanto, parece-me que do último parágrafo se depreende que a ciência económica é uma ciência que está sempre atrasada: estuda sempre o mundo já passado e sobre ele enuncia leis, as quais tipicamente não se verificam no mundo futuro.

De facto, se só agora se vai xomeçar a estudar a presente crise, então para que serve a ciência económica? Resume-se ela a um estudo histórico?</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Gostei.</p>
	<p>Entretanto, parece-me que do último parágrafo se depreende que a ciência económica é uma ciência que está sempre atrasada: estuda sempre o mundo já passado e sobre ele enuncia leis, as quais tipicamente não se verificam no mundo futuro.</p>
	<p>De facto, se só agora se vai xomeçar a estudar a presente crise, então para que serve a ciência económica? Resume-se ela a um estudo histórico?
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: F</title>
		<link>http://aguiarconraria.blogsome.com/2009/01/14/progress-dont-regress/#comment-4313</link>
		<pubDate>Thu, 15 Jan 2009 16:47:25 +0000</pubDate>
		<guid>http://aguiarconraria.blogsome.com/2009/01/14/progress-dont-regress/#comment-4313</guid>
					<description>Não venho fazer a «Apologia de… Keynes». Tal como não vejo aqui o José Medeiros Ferreira a fazer o papel de… Meleto. Mas fez-me pensar em todos os que depois da Grande Depressão continuaram nas universidades a ensinar economia, moeda e finanças.

Veio-me à memória em especial (Sir) John Hicks:

« It will be admitted by the least charitable reader that the entertainment value of Mr. Keynes’ ‘General Theory of Employment’ is considerably enhanced by its satiric aspect. But it is also clear that many readers have been left very bewildered by this Dunciad. Even if they are convinced by Mr. Keynes’ arguments and humbly acknowledge themselves to have been ‘classical economists’ in the past, they find it hard to remember that they believed in their unregenerate days the things Mr. Keynes says they believed. And there are no doubt others who find their historic doubts a stumbling block, which prevents them from getting as much illumination from the positive theory as they might otherwise have got. » (in: MR. KEYNES AND THE “CLASSICS”; A SUGGESTED INTERPRETATION, 1937)

Muito obrigado.

</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Não venho fazer a «Apologia de… Keynes». Tal como não vejo aqui o José Medeiros Ferreira a fazer o papel de… Meleto. Mas fez-me pensar em todos os que depois da Grande Depressão continuaram nas universidades a ensinar economia, moeda e finanças.</p>
	<p>Veio-me à memória em especial (Sir) John Hicks:</p>
	<p>« It will be admitted by the least charitable reader that the entertainment value of Mr. Keynes’ ‘General Theory of Employment’ is considerably enhanced by its satiric aspect. But it is also clear that many readers have been left very bewildered by this Dunciad. Even if they are convinced by Mr. Keynes’ arguments and humbly acknowledge themselves to have been ‘classical economists’ in the past, they find it hard to remember that they believed in their unregenerate days the things Mr. Keynes says they believed. And there are no doubt others who find their historic doubts a stumbling block, which prevents them from getting as much illumination from the positive theory as they might otherwise have got. » (in: MR. KEYNES AND THE “CLASSICS”; A SUGGESTED INTERPRETATION, 1937)</p>
	<p>Muito obrigado.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: rui fonseca</title>
		<link>http://aguiarconraria.blogsome.com/2009/01/14/progress-dont-regress/#comment-4312</link>
		<pubDate>Thu, 15 Jan 2009 14:36:47 +0000</pubDate>
		<guid>http://aguiarconraria.blogsome.com/2009/01/14/progress-dont-regress/#comment-4312</guid>
					<description>Na mouche.</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Na mouche.
</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>by: F</title>
		<link>http://aguiarconraria.blogsome.com/2009/01/14/progress-dont-regress/#comment-4311</link>
		<pubDate>Thu, 15 Jan 2009 13:51:13 +0000</pubDate>
		<guid>http://aguiarconraria.blogsome.com/2009/01/14/progress-dont-regress/#comment-4311</guid>
					<description>Eu também gosto muito de seguir os temas políticos na blogosfera sobretudo através do «Bicho Carpinteiro» do José Medeiros Ferreira. Por isso, esta pergunta também vai para todos: Quando é que a classe política começa a mostrar que aprendeu o que já antes da crise era ensinado nas universidades sobre economia, moeda e finanças?

Obrigado.</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Eu também gosto muito de seguir os temas políticos na blogosfera sobretudo através do «Bicho Carpinteiro» do José Medeiros Ferreira. Por isso, esta pergunta também vai para todos: Quando é que a classe política começa a mostrar que aprendeu o que já antes da crise era ensinado nas universidades sobre economia, moeda e finanças?</p>
	<p>Obrigado.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: Artur Rodrigues</title>
		<link>http://aguiarconraria.blogsome.com/2009/01/14/progress-dont-regress/#comment-4310</link>
		<pubDate>Thu, 15 Jan 2009 09:46:49 +0000</pubDate>
		<guid>http://aguiarconraria.blogsome.com/2009/01/14/progress-dont-regress/#comment-4310</guid>
					<description>Assino por baixo. A melhor demonstração do que escreves é precisamente o teu posicionamento político. Mas temo que sejas uma &quot;ovelha tresmalhada&quot; no teu rebanho.</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Assino por baixo. A melhor demonstração do que escreves é precisamente o teu posicionamento político. Mas temo que sejas uma &#8220;ovelha tresmalhada&#8221; no teu rebanho.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: Anonymous</title>
		<link>http://aguiarconraria.blogsome.com/2009/01/14/progress-dont-regress/#comment-4309</link>
		<pubDate>Thu, 15 Jan 2009 03:26:09 +0000</pubDate>
		<guid>http://aguiarconraria.blogsome.com/2009/01/14/progress-dont-regress/#comment-4309</guid>
					<description>Será este L o famoso Low Lander que arruma com quaisquer argumentos pro-capitalismo / liberalismo em 3 tempos? Se sim vai ter que fazer melhor para rebater esta argumentação consistente e acima de tudo sensata de LA_C...</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Será este L o famoso Low Lander que arruma com quaisquer argumentos pro-capitalismo / liberalismo em 3 tempos? Se sim vai ter que fazer melhor para rebater esta argumentação consistente e acima de tudo sensata de LA_C&#8230;
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: L</title>
		<link>http://aguiarconraria.blogsome.com/2009/01/14/progress-dont-regress/#comment-4306</link>
		<pubDate>Thu, 15 Jan 2009 01:14:32 +0000</pubDate>
		<guid>http://aguiarconraria.blogsome.com/2009/01/14/progress-dont-regress/#comment-4306</guid>
					<description>E ainda: o que se ensina nas faculdades de Economia deve é ser suficiente para que os nossos representantes políticos (ministros das Finanças, legisladores, etc.) estejam preparados para a falta de ética de uma parte dos agentes económicos, de que nunca nos poderemos livrar.</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>E ainda: o que se ensina nas faculdades de Economia deve é ser suficiente para que os nossos representantes políticos (ministros das Finanças, legisladores, etc.) estejam preparados para a falta de ética de uma parte dos agentes económicos, de que nunca nos poderemos livrar.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: L</title>
		<link>http://aguiarconraria.blogsome.com/2009/01/14/progress-dont-regress/#comment-4305</link>
		<pubDate>Thu, 15 Jan 2009 01:10:21 +0000</pubDate>
		<guid>http://aguiarconraria.blogsome.com/2009/01/14/progress-dont-regress/#comment-4305</guid>
					<description>Caro Luís,

Culpas a complexidade pela crise. Mas então e a virtualidade e a desregulação da economia global, para cujos perigos alguns economistas do passado já chamaram a atenção?

L</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Caro Luís,</p>
	<p>Culpas a complexidade pela crise. Mas então e a virtualidade e a desregulação da economia global, para cujos perigos alguns economistas do passado já chamaram a atenção?</p>
	<p>L
</p>
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