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	<title>Comments on: Crises e reformas</title>
	<link>http://aguiarconraria.blogsome.com/2008/07/09/crises-e-reformas/</link>
	<description>blogue de Luís Aguiar-Conraria, de Fernando Alexandre e de Cristóvão de Aguiar</description>
	<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 23:15:39 +0000</pubDate>
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	<item>
		<title>by: lucklucky</title>
		<link>http://aguiarconraria.blogsome.com/2008/07/09/crises-e-reformas/#comment-3659</link>
		<pubDate>Fri, 11 Jul 2008 12:13:03 +0100</pubDate>
		<guid>http://aguiarconraria.blogsome.com/2008/07/09/crises-e-reformas/#comment-3659</guid>
					<description>Crise Internacional? Mais uma falácia como a crise internacional de 2002-2003. Os nossos concorrentes directos não deixaram de crescer.

Nesta caixa de comentários http://blasfemias.net/2008/07/10/estado-da-nacao/#comments

Coloquei alguns exemplos de países &quot;do nosso campeonato&quot;. Estão a crescer entre 3-8% embora não haja ainda dados para alguns do 2Q é de prever que o crescimento da maioria na pior das hipóteses ande por volta dos 3%-4%. Isto é 3x-4x o nosso.</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Crise Internacional? Mais uma falácia como a crise internacional de 2002-2003. Os nossos concorrentes directos não deixaram de crescer.</p>
	<p>Nesta caixa de comentários <a href='http://blasfemias.net/2008/07/10/estado-da-nacao/#comments' rel='nofollow'>http://blasfemias.net/2008/07/10/estado-da-nacao/#comments</a></p>
	<p>Coloquei alguns exemplos de países &#8220;do nosso campeonato&#8221;. Estão a crescer entre 3-8% embora não haja ainda dados para alguns do 2Q é de prever que o crescimento da maioria na pior das hipóteses ande por volta dos 3%-4%. Isto é 3x-4x o nosso.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: Falex</title>
		<link>http://aguiarconraria.blogsome.com/2008/07/09/crises-e-reformas/#comment-3656</link>
		<pubDate>Fri, 11 Jul 2008 11:12:16 +0100</pubDate>
		<guid>http://aguiarconraria.blogsome.com/2008/07/09/crises-e-reformas/#comment-3656</guid>
					<description>Para além dos manuais referidos pelo Paulo Gonçalves, pode seguir o link do comentário do LAC. </description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Para além dos manuais referidos pelo Paulo Gonçalves, pode seguir o link do comentário do LAC.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: Tarzan</title>
		<link>http://aguiarconraria.blogsome.com/2008/07/09/crises-e-reformas/#comment-3655</link>
		<pubDate>Fri, 11 Jul 2008 10:51:57 +0100</pubDate>
		<guid>http://aguiarconraria.blogsome.com/2008/07/09/crises-e-reformas/#comment-3655</guid>
					<description>«Fico reconfortado.»

E o resto? Não me tira a dúvida?
</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>«Fico reconfortado.»</p>
	<p>E o resto? Não me tira a dúvida?
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: Ex-Anónimo</title>
		<link>http://aguiarconraria.blogsome.com/2008/07/09/crises-e-reformas/#comment-3654</link>
		<pubDate>Thu, 10 Jul 2008 20:58:54 +0100</pubDate>
		<guid>http://aguiarconraria.blogsome.com/2008/07/09/crises-e-reformas/#comment-3654</guid>
					<description>Esses seminários são uma valente &quot;treta&quot;. Por favor, chamem-lhe o que quiserem, mas não História/historiografia...</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Esses seminários são uma valente &#8220;treta&#8221;. Por favor, chamem-lhe o que quiserem, mas não História/historiografia&#8230;
</p>
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				</item>
	<item>
		<title>by: paulo gonçalves</title>
		<link>http://aguiarconraria.blogsome.com/2008/07/09/crises-e-reformas/#comment-3652</link>
		<pubDate>Thu, 10 Jul 2008 14:08:30 +0100</pubDate>
		<guid>http://aguiarconraria.blogsome.com/2008/07/09/crises-e-reformas/#comment-3652</guid>
					<description>&lt;i&gt;«Desculpe, mas não percebo como. Sendo a inflação/deflação um fenómeno de subida/descida generalizada e sustentada dos preços, não percebo que efeito redistributivo possa ter.»&lt;/i&gt;

Eu arriscaria que a redistribuição não ocorre entre consumidores/produtores de bens diferentes mas sim entre quem tem dívidas e quem tem títulos sobre dívidas...</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p><i>«Desculpe, mas não percebo como. Sendo a inflação/deflação um fenómeno de subida/descida generalizada e sustentada dos preços, não percebo que efeito redistributivo possa ter.»</i></p>
	<p>Eu arriscaria que a redistribuição não ocorre entre consumidores/produtores de bens diferentes mas sim entre quem tem dívidas e quem tem títulos sobre dívidas&#8230;
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: paulo gonçalves</title>
		<link>http://aguiarconraria.blogsome.com/2008/07/09/crises-e-reformas/#comment-3651</link>
		<pubDate>Thu, 10 Jul 2008 14:03:42 +0100</pubDate>
		<guid>http://aguiarconraria.blogsome.com/2008/07/09/crises-e-reformas/#comment-3651</guid>
					<description>Caro Fernando (deixo então cair o dr.), 

Obrigado pela explicação. E não, não foi demasiado técnica; foi concisa e sucinta. Até para um leigo, como eu (estudante em Ciências da Comunicação e apaixonado - nas horas vagas, claro - pela economia). 

A dúvida surgiu porque na maior parte da literatura que consulto (Samuelson, Mankiew, Krugman) o problema do padrão-ouro no capítulo da política monetária costuma ser uma nota de rodapé rapidamente varrida para debaixo do tapete. O fenómeno é tão recorrente - e, parece-me, tão pouco explicado - que fico sempre a pensar se haverá uma razão óbvia para os economistas mas menos óbvia para um leigo como eu. Em todo o caso, esclarecido. Obrigado!</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Caro Fernando (deixo então cair o dr.), </p>
	<p>Obrigado pela explicação. E não, não foi demasiado técnica; foi concisa e sucinta. Até para um leigo, como eu (estudante em Ciências da Comunicação e apaixonado - nas horas vagas, claro - pela economia). </p>
	<p>A dúvida surgiu porque na maior parte da literatura que consulto (Samuelson, Mankiew, Krugman) o problema do padrão-ouro no capítulo da política monetária costuma ser uma nota de rodapé rapidamente varrida para debaixo do tapete. O fenómeno é tão recorrente - e, parece-me, tão pouco explicado - que fico sempre a pensar se haverá uma razão óbvia para os economistas mas menos óbvia para um leigo como eu. Em todo o caso, esclarecido. Obrigado!
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: LA-C</title>
		<link>http://aguiarconraria.blogsome.com/2008/07/09/crises-e-reformas/#comment-3650</link>
		<pubDate>Thu, 10 Jul 2008 12:33:50 +0100</pubDate>
		<guid>http://aguiarconraria.blogsome.com/2008/07/09/crises-e-reformas/#comment-3650</guid>
					<description>Fazendo uma pesquisa no google com as palavras chave &quot;redistribution effect of inflation&quot;, encontramos:
http://www.google.com/search?hl=en&amp;amp;q=redistribution+effect+of+inflation
</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Fazendo uma pesquisa no google com as palavras chave &#8220;redistribution effect of inflation&#8221;, encontramos:<br />
<a href='http://www.google.com/search?hl=en&amp;q=redistribution+effect+of+inflation' rel='nofollow'>http://www.google.com/search?hl=en&amp;q=redistribution+effect+of+inflation</a>
</p>
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	<item>
		<title>by: Falex</title>
		<link>http://aguiarconraria.blogsome.com/2008/07/09/crises-e-reformas/#comment-3649</link>
		<pubDate>Thu, 10 Jul 2008 12:13:00 +0100</pubDate>
		<guid>http://aguiarconraria.blogsome.com/2008/07/09/crises-e-reformas/#comment-3649</guid>
					<description>&quot;Quanto ao resto da explicação, concordo.&quot;
Fico reconfortado.</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>&#8220;Quanto ao resto da explicação, concordo.&#8221;<br />
Fico reconfortado.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: Tarzan</title>
		<link>http://aguiarconraria.blogsome.com/2008/07/09/crises-e-reformas/#comment-3648</link>
		<pubDate>Thu, 10 Jul 2008 12:02:59 +0100</pubDate>
		<guid>http://aguiarconraria.blogsome.com/2008/07/09/crises-e-reformas/#comment-3648</guid>
					<description>«Deflação e inflação geram redistribuição de rendimentos na economia»

Desculpe, mas não percebo como. Sendo a inflação/deflação um fenómeno de subida/descida generalizada e sustentada dos preços, não percebo que efeito redistributivo possa ter. Parece-me que afecta a todos por igual - todos vêm o seu poder de compra diminuir/aumentar na mesma proporção.

Já a inflação num grupo específico de bens, acredito que possa trazer algum desequilíbrio no sentido por si referido.

Quanto ao resto da explicação, concordo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>«Deflação e inflação geram redistribuição de rendimentos na economia»</p>
	<p>Desculpe, mas não percebo como. Sendo a inflação/deflação um fenómeno de subida/descida generalizada e sustentada dos preços, não percebo que efeito redistributivo possa ter. Parece-me que afecta a todos por igual - todos vêm o seu poder de compra diminuir/aumentar na mesma proporção.</p>
	<p>Já a inflação num grupo específico de bens, acredito que possa trazer algum desequilíbrio no sentido por si referido.</p>
	<p>Quanto ao resto da explicação, concordo.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: Falex</title>
		<link>http://aguiarconraria.blogsome.com/2008/07/09/crises-e-reformas/#comment-3646</link>
		<pubDate>Thu, 10 Jul 2008 09:47:28 +0100</pubDate>
		<guid>http://aguiarconraria.blogsome.com/2008/07/09/crises-e-reformas/#comment-3646</guid>
					<description>A deselegância foi só minha. Para além disso a sua questão é uma boa questão. O problema do padrão ouro é que este torna a massa monetária e, assim, variação dos preços dependendente das condições de produção daquele metal (para cima e para baixo). Deflação e inflação geram redistribuição de rendimentos na economia que, entre outros agentes, afectam credores e devedores podendo pôr em causa a estabilidade do sistema financeiro (esta é muito importante para o desenvolvimento das economias). Para além disso, a estabilidade dos preços em si mesma é um bem porque a volatilidade dos preços (que pode resultar na alteração dos preços relativos entre os bens e assim em decisões económicas ineficientes) varia com o alterações no nível de preços. Espero não ter sido demasiado técnico, mas a sua pergunta também não me pareceu de um completo leigo na matéria.
Desculpe não personalizar a resposta mas não sei qual o título que usa. Já agora, eu não costumo utilizar o de Dr. </description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>A deselegância foi só minha. Para além disso a sua questão é uma boa questão. O problema do padrão ouro é que este torna a massa monetária e, assim, variação dos preços dependendente das condições de produção daquele metal (para cima e para baixo). Deflação e inflação geram redistribuição de rendimentos na economia que, entre outros agentes, afectam credores e devedores podendo pôr em causa a estabilidade do sistema financeiro (esta é muito importante para o desenvolvimento das economias). Para além disso, a estabilidade dos preços em si mesma é um bem porque a volatilidade dos preços (que pode resultar na alteração dos preços relativos entre os bens e assim em decisões económicas ineficientes) varia com o alterações no nível de preços. Espero não ter sido demasiado técnico, mas a sua pergunta também não me pareceu de um completo leigo na matéria.<br />
Desculpe não personalizar a resposta mas não sei qual o título que usa. Já agora, eu não costumo utilizar o de Dr.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: paulo gonçalves</title>
		<link>http://aguiarconraria.blogsome.com/2008/07/09/crises-e-reformas/#comment-3643</link>
		<pubDate>Thu, 10 Jul 2008 01:52:13 +0100</pubDate>
		<guid>http://aguiarconraria.blogsome.com/2008/07/09/crises-e-reformas/#comment-3643</guid>
					<description>Dr., perdoe-me o comentário off-topic, mas há uns tempos comentei um texto seu a que não deu resposta (estava num colóquio internacional, segundo revelou o seu colega de blogue). Com a devida autorização, passo a transcrevê-lo: 

«É interessante a perspectiva que fornece em relação à necessidade de estabilizar as expectativas dos agentes em relação à inflação. Mas fico com a dúvida: não seria então mais fácil anexar a moeda a algo palpável (ouro) de forma a estabilizar definitivamente o seu valor? As grandes críticas que ouço em relação a este modelo têm que ver com a necessária deflação que ele gera, mas, e agora fala a minha ignorância económica, e daí? Qual é o problema de os preços descerem (em termos reais, e não apenas nominais)? »

Peço desculpa pela deselegância, mas tenho uma enorme curiosidade por temas monetários e sei (ou julgo saber) que o Dr. Fernando Alexandre é especialista nessa área. 

Obrigado,</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Dr., perdoe-me o comentário off-topic, mas há uns tempos comentei um texto seu a que não deu resposta (estava num colóquio internacional, segundo revelou o seu colega de blogue). Com a devida autorização, passo a transcrevê-lo: </p>
	<p>«É interessante a perspectiva que fornece em relação à necessidade de estabilizar as expectativas dos agentes em relação à inflação. Mas fico com a dúvida: não seria então mais fácil anexar a moeda a algo palpável (ouro) de forma a estabilizar definitivamente o seu valor? As grandes críticas que ouço em relação a este modelo têm que ver com a necessária deflação que ele gera, mas, e agora fala a minha ignorância económica, e daí? Qual é o problema de os preços descerem (em termos reais, e não apenas nominais)? »</p>
	<p>Peço desculpa pela deselegância, mas tenho uma enorme curiosidade por temas monetários e sei (ou julgo saber) que o Dr. Fernando Alexandre é especialista nessa área. </p>
	<p>Obrigado,
</p>
]]></content:encoded>
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