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	<title>Comments on: Paternalismos mediáticos*</title>
	<link>http://aguiarconraria.blogsome.com/2008/06/10/paternalismos-mediaticos/</link>
	<description>blogue de Luís Aguiar-Conraria, de Fernando Alexandre e de Cristóvão de Aguiar</description>
	<pubDate>Sat, 05 Dec 2009 02:37:29 +0000</pubDate>
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	<item>
		<title>by: DK</title>
		<link>http://aguiarconraria.blogsome.com/2008/06/10/paternalismos-mediaticos/#comment-3527</link>
		<pubDate>Sat, 14 Jun 2008 15:08:29 +0100</pubDate>
		<guid>http://aguiarconraria.blogsome.com/2008/06/10/paternalismos-mediaticos/#comment-3527</guid>
					<description>Muito bem. Ficarei então a aguardar ansiosamente esses teus pensamentos profundos sobre o tal &quot;resto&quot;.

Ah, e ainda a propósito da imagem a que achaste piada, aproveito para acrescentar: apóstolos do neoliberalismo a martelo, filistinos até dizer chega e dotados da sensibilidade cultural de um bulldozer. Presumo que não será preciso fazer um desenho, pois não?... &quot;;oP</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Muito bem. Ficarei então a aguardar ansiosamente esses teus pensamentos profundos sobre o tal &#8220;resto&#8221;.</p>
	<p>Ah, e ainda a propósito da imagem a que achaste piada, aproveito para acrescentar: apóstolos do neoliberalismo a martelo, filistinos até dizer chega e dotados da sensibilidade cultural de um bulldozer. Presumo que não será preciso fazer um desenho, pois não?&#8230; &#8220;;oP
</p>
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	<item>
		<title>by: LA-C</title>
		<link>http://aguiarconraria.blogsome.com/2008/06/10/paternalismos-mediaticos/#comment-3526</link>
		<pubDate>Sat, 14 Jun 2008 11:02:47 +0100</pubDate>
		<guid>http://aguiarconraria.blogsome.com/2008/06/10/paternalismos-mediaticos/#comment-3526</guid>
					<description>O &quot;resto&quot; dificilmente cabe num comentario.
O que o &quot;resto&quot; me levar a escrever ira' para uma entrada.</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>O &#8220;resto&#8221; dificilmente cabe num comentario.<br />
O que o &#8220;resto&#8221; me levar a escrever ira&#8217; para uma entrada.
</p>
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	<item>
		<title>by: DK</title>
		<link>http://aguiarconraria.blogsome.com/2008/06/10/paternalismos-mediaticos/#comment-3525</link>
		<pubDate>Sat, 14 Jun 2008 09:40:31 +0100</pubDate>
		<guid>http://aguiarconraria.blogsome.com/2008/06/10/paternalismos-mediaticos/#comment-3525</guid>
					<description>&quot;Neoliberalismo a martelo! Excelente imagem.&quot; 

Depois da trabalheira que eu tive, é só isto que tens a dizer?! E o resto, não comentas? Ninguém comenta?...
Que coisa! ~:oP</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>&#8220;Neoliberalismo a martelo! Excelente imagem.&#8221; </p>
	<p>Depois da trabalheira que eu tive, é só isto que tens a dizer?! E o resto, não comentas? Ninguém comenta?&#8230;<br />
Que coisa! ~:oP
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: LA-C</title>
		<link>http://aguiarconraria.blogsome.com/2008/06/10/paternalismos-mediaticos/#comment-3524</link>
		<pubDate>Sat, 14 Jun 2008 09:21:34 +0100</pubDate>
		<guid>http://aguiarconraria.blogsome.com/2008/06/10/paternalismos-mediaticos/#comment-3524</guid>
					<description>Neoliberalismo a martelo! Excelente imagem.</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Neoliberalismo a martelo! Excelente imagem.
</p>
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				</item>
	<item>
		<title>by: DK</title>
		<link>http://aguiarconraria.blogsome.com/2008/06/10/paternalismos-mediaticos/#comment-3522</link>
		<pubDate>Sat, 14 Jun 2008 04:55:20 +0100</pubDate>
		<guid>http://aguiarconraria.blogsome.com/2008/06/10/paternalismos-mediaticos/#comment-3522</guid>
					<description>“Consideras que o Japao vive num sistema capitalista? Eu tinha a ideia de que no Japao havia meia duzia de familias que dominavam grande parte da estrutura economica.”

Luís,
Tens razão, mas apenas em parte. Trata-se de um sistema capitalista, mas baseado no chamado  &quot;keiretsu&quot;, que é um descendente do sistema feudal do &quot;zaibatsu&quot; (uma espécie de cliques finaceiras), vigente no Japão até à Segunda Guerra. Este página do Dep. de Economia da San José State U contém alguns textos que explicam de forma acessível os dois sistemas e as suas peculiaridades:
- &quot;The Bubble Economy of Japan&quot; http://www.sjsu.edu/faculty/watkins/bubble.htm
- &quot;The Keiretsu of Japan&quot; http://www.sjsu.edu/faculty/watkins/keiretsu.htm
- &quot;The Zaibatsu&quot; http://www.sjsu.edu/faculty/watkins/zaibatsu.htm

Não resisto a citar um delicioso excerto do primeiro texto, que reza assim:
&quot;Despite the recent economic problems of Japan, the leaders take the position that Japan has developed a special type of economy that is in between free market capitalism and socialism and superior to both. Japanese leaders have offered advice on economy policy to the Chinese and Russian governments that is contrary to the advice of the U.S. and Western Europe. When China asked Japan for advice on how to privatize its public enterprises Japan advice was to hold off on privatization. One of the top bureaucrats in the powerful Ministry of Finance, Eisuke Sakakibara, emphasizes that in Japan a corporation is a community that is organized around the interests of labor rather than that of the stock holders.&quot; 


Convém, no entanto, ter presente, que este texto data de meados dos anos 90, período em que começaram, justamente, as reformas neoliberais no Japão, com consequências dramáticas não só na esfera económica como também - ou sobretudo - a nível cultural, paisagístico, etc., em especial nas regiões periféricas e rurais. Para uma análise interessante de algumas destas consequências, recomendo este artigo (relativamente) recente do Herald Tribune, &quot;In Japan, rural economies wane as cities thrive&quot; http://www.iht.com/articles/2007/12/05/business/05gap.php .

Tudo isto para dizer que o Japão constitui um excelente case study que deveria merecer mais atenção, esp. por parte dos apóstolos do neoliberalismo a martelo, que acham que este fornece a panaceia para todos os males económicos. Só é pena que não saibam ler os sinais inquietantes de que se estão a arriscar a abrir uma caixa de Pandora com consequências imprevistas e perigosíssimas a vários outros níveis. A ver vamos quem tem razão.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>“Consideras que o Japao vive num sistema capitalista? Eu tinha a ideia de que no Japao havia meia duzia de familias que dominavam grande parte da estrutura economica.”</p>
	<p>Luís,<br />
Tens razão, mas apenas em parte. Trata-se de um sistema capitalista, mas baseado no chamado  &#8220;keiretsu&#8221;, que é um descendente do sistema feudal do &#8220;zaibatsu&#8221; (uma espécie de cliques finaceiras), vigente no Japão até à Segunda Guerra. Este página do Dep. de Economia da San José State U contém alguns textos que explicam de forma acessível os dois sistemas e as suas peculiaridades:<br />
- &#8220;The Bubble Economy of Japan&#8221; <a href='http://www.sjsu.edu/faculty/watkins/bubble.htm' rel='nofollow'>http://www.sjsu.edu/faculty/watkins/bubble.htm</a><br />
- &#8220;The Keiretsu of Japan&#8221; <a href='http://www.sjsu.edu/faculty/watkins/keiretsu.htm' rel='nofollow'>http://www.sjsu.edu/faculty/watkins/keiretsu.htm</a><br />
- &#8220;The Zaibatsu&#8221; <a href='http://www.sjsu.edu/faculty/watkins/zaibatsu.htm' rel='nofollow'>http://www.sjsu.edu/faculty/watkins/zaibatsu.htm</a></p>
	<p>Não resisto a citar um delicioso excerto do primeiro texto, que reza assim:<br />
&#8220;Despite the recent economic problems of Japan, the leaders take the position that Japan has developed a special type of economy that is in between free market capitalism and socialism and superior to both. Japanese leaders have offered advice on economy policy to the Chinese and Russian governments that is contrary to the advice of the U.S. and Western Europe. When China asked Japan for advice on how to privatize its public enterprises Japan advice was to hold off on privatization. One of the top bureaucrats in the powerful Ministry of Finance, Eisuke Sakakibara, emphasizes that in Japan a corporation is a community that is organized around the interests of labor rather than that of the stock holders.&#8221; </p>
	<p>Convém, no entanto, ter presente, que este texto data de meados dos anos 90, período em que começaram, justamente, as reformas neoliberais no Japão, com consequências dramáticas não só na esfera económica como também - ou sobretudo - a nível cultural, paisagístico, etc., em especial nas regiões periféricas e rurais. Para uma análise interessante de algumas destas consequências, recomendo este artigo (relativamente) recente do Herald Tribune, &#8220;In Japan, rural economies wane as cities thrive&#8221; <a href='http://www.iht.com/articles/2007/12/05/business/05gap.php' rel='nofollow'>http://www.iht.com/articles/2007/12/05/business/05gap.php</a> .</p>
	<p>Tudo isto para dizer que o Japão constitui um excelente case study que deveria merecer mais atenção, esp. por parte dos apóstolos do neoliberalismo a martelo, que acham que este fornece a panaceia para todos os males económicos. Só é pena que não saibam ler os sinais inquietantes de que se estão a arriscar a abrir uma caixa de Pandora com consequências imprevistas e perigosíssimas a vários outros níveis. A ver vamos quem tem razão.
</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>by: LA-C</title>
		<link>http://aguiarconraria.blogsome.com/2008/06/10/paternalismos-mediaticos/#comment-3520</link>
		<pubDate>Fri, 13 Jun 2008 11:16:01 +0100</pubDate>
		<guid>http://aguiarconraria.blogsome.com/2008/06/10/paternalismos-mediaticos/#comment-3520</guid>
					<description>Caro Zamaleke, tornei a apagar a parte insultuosa do seu comentário. Se quer insultar pessoas, crie o seu próprio blogue. Agradeço-lhe que não use o nosso blogue para insultar ninguém. (se me quiser insultar a mim esteja à vontade, outras pessoas não, ok?)</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Caro Zamaleke, tornei a apagar a parte insultuosa do seu comentário. Se quer insultar pessoas, crie o seu próprio blogue. Agradeço-lhe que não use o nosso blogue para insultar ninguém. (se me quiser insultar a mim esteja à vontade, outras pessoas não, ok?)
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: Zamaleke Kulbar</title>
		<link>http://aguiarconraria.blogsome.com/2008/06/10/paternalismos-mediaticos/#comment-3519</link>
		<pubDate>Fri, 13 Jun 2008 11:01:11 +0100</pubDate>
		<guid>http://aguiarconraria.blogsome.com/2008/06/10/paternalismos-mediaticos/#comment-3519</guid>
					<description>“Consideras que o Japao vive num sistema capitalista? Eu tinha a ideia de que no Japao havia meia duzia de familias que dominavam grande parte da estrutura economica.”


Pois Mr Conraria, o capitalismo è assim na maior part dos locais: qual o motivo para spanto? Em todos os paises pobres existe uma minoria aue enriquece com o capitalismo enquanto todos os outros empobrecem. Mesmo aos Estados Unidos, umas 100 families dominom boa parte da riqueza e dos lugares do senado. </description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>“Consideras que o Japao vive num sistema capitalista? Eu tinha a ideia de que no Japao havia meia duzia de familias que dominavam grande parte da estrutura economica.”</p>
	<p>Pois Mr Conraria, o capitalismo è assim na maior part dos locais: qual o motivo para spanto? Em todos os paises pobres existe uma minoria aue enriquece com o capitalismo enquanto todos os outros empobrecem. Mesmo aos Estados Unidos, umas 100 families dominom boa parte da riqueza e dos lugares do senado.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: DK</title>
		<link>http://aguiarconraria.blogsome.com/2008/06/10/paternalismos-mediaticos/#comment-3513</link>
		<pubDate>Thu, 12 Jun 2008 16:47:05 +0100</pubDate>
		<guid>http://aguiarconraria.blogsome.com/2008/06/10/paternalismos-mediaticos/#comment-3513</guid>
					<description>&quot;Consideras que o Japao vive num sistema capitalista? Eu tinha a ideia de que no Japao havia meia duzia de familias que dominavam grande parte da estrutura economica.&quot;

Mas é evidente que se trata de um sistema capitalista, embora dotado - pelo menos até há pouco tempo - de características nacionais que o distinguem do capitalismo anglo-americano. (Aproveito, aliás, para fazer &quot;mea culpa&quot; e redimir-me da generalização excessiva feita no comentário anterior: é óbvio que há muitos capitalismos, com as suas características e crises próprias, e que o chamado &quot;neoliberalismo&quot; é um fenómeno demasiado complexo para ser subsumido num só nome. Mas, enfim, no meio &quot;light&quot; dos blogues, é sempre difícil evitar a tentação do simplismo...). Continuando: como seria para mim muito difícil resumir aqui as diferenças que tradicionalmente têm sido apontadas entre o capitalismo japonês e o capitalismo anglo-americano, remeto-te para este artigo http://members.jcom.home.ne.jp/katori/RobSteven.html. Trata-se de um draft algo esquemático, mas é esclarecedor q.b. O busílis da questão reside, parece-me, nas transformações recentes - pós-&quot;bubble&quot;, globalização, etc. - que têm levado a uma dissolução dessas tais características peculiares do capitalismo japonês (e de outras variantes nacionais, acrescente-se) &quot;não-liberal&quot; em prol de uma aproximação ao modelo liberal anglo-americano.
E mais não digo, porque preciso de ir dormir!... &quot;;o)</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>&#8220;Consideras que o Japao vive num sistema capitalista? Eu tinha a ideia de que no Japao havia meia duzia de familias que dominavam grande parte da estrutura economica.&#8221;</p>
	<p>Mas é evidente que se trata de um sistema capitalista, embora dotado - pelo menos até há pouco tempo - de características nacionais que o distinguem do capitalismo anglo-americano. (Aproveito, aliás, para fazer &#8220;mea culpa&#8221; e redimir-me da generalização excessiva feita no comentário anterior: é óbvio que há muitos capitalismos, com as suas características e crises próprias, e que o chamado &#8220;neoliberalismo&#8221; é um fenómeno demasiado complexo para ser subsumido num só nome. Mas, enfim, no meio &#8220;light&#8221; dos blogues, é sempre difícil evitar a tentação do simplismo&#8230;). Continuando: como seria para mim muito difícil resumir aqui as diferenças que tradicionalmente têm sido apontadas entre o capitalismo japonês e o capitalismo anglo-americano, remeto-te para este artigo <a href='http://members.jcom.home.ne.jp/katori/RobSteven.html' rel='nofollow'>http://members.jcom.home.ne.jp/katori/RobSteven.html</a>. Trata-se de um draft algo esquemático, mas é esclarecedor q.b. O busílis da questão reside, parece-me, nas transformações recentes - pós-&#8221;bubble&#8221;, globalização, etc. - que têm levado a uma dissolução dessas tais características peculiares do capitalismo japonês (e de outras variantes nacionais, acrescente-se) &#8220;não-liberal&#8221; em prol de uma aproximação ao modelo liberal anglo-americano.<br />
E mais não digo, porque preciso de ir dormir!&#8230; &#8220;;o)
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: LA-C</title>
		<link>http://aguiarconraria.blogsome.com/2008/06/10/paternalismos-mediaticos/#comment-3512</link>
		<pubDate>Thu, 12 Jun 2008 16:01:03 +0100</pubDate>
		<guid>http://aguiarconraria.blogsome.com/2008/06/10/paternalismos-mediaticos/#comment-3512</guid>
					<description>Consideras que o Japao vive num sistema capitalista? Eu tinha a ideia de que no Japao havia meia duzia de familias que dominavam grande parte da estrutura economica.</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Consideras que o Japao vive num sistema capitalista? Eu tinha a ideia de que no Japao havia meia duzia de familias que dominavam grande parte da estrutura economica.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: DK</title>
		<link>http://aguiarconraria.blogsome.com/2008/06/10/paternalismos-mediaticos/#comment-3511</link>
		<pubDate>Thu, 12 Jun 2008 15:30:33 +0100</pubDate>
		<guid>http://aguiarconraria.blogsome.com/2008/06/10/paternalismos-mediaticos/#comment-3511</guid>
					<description>&quot;Esta entrada só torna ainda mais actuais as palavras de Tocqueville que citei na última entrada do meu blogue. Será que a tentativa do estado de tudo controlar, que é uma utopia, acabará por conduzir a uma revolta dos que se sentem marginalizados&quot;...

Sim, mas repara como na sociedade japonesa o paternalismo moral do Estado nas esferas educativa, cultural, mediática, etc. - paternalismo esse que se tem vindo a acentuar em anos recentes, perante a falta de alternativas à direita ultra-nacionalista no poder - co-existe com um capitalismo absolutamente selvático, com um predomínio absoluto do mercado na esfera económica. É por estas e por outras que eu não posso, de todo, professar a fé (neo)liberal, que continua patética e perigosamente cega a tudo o que não diga respeito a Economia &amp;amp; Finanças. Depois não se surpreendam com o aumento exponencial destas explosões de violência, que continuaram a resistir a toda e qualquer explicação racional e científica dos &quot;peritos&quot; me(r)diáticos...
</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>&#8220;Esta entrada só torna ainda mais actuais as palavras de Tocqueville que citei na última entrada do meu blogue. Será que a tentativa do estado de tudo controlar, que é uma utopia, acabará por conduzir a uma revolta dos que se sentem marginalizados&#8221;&#8230;</p>
	<p>Sim, mas repara como na sociedade japonesa o paternalismo moral do Estado nas esferas educativa, cultural, mediática, etc. - paternalismo esse que se tem vindo a acentuar em anos recentes, perante a falta de alternativas à direita ultra-nacionalista no poder - co-existe com um capitalismo absolutamente selvático, com um predomínio absoluto do mercado na esfera económica. É por estas e por outras que eu não posso, de todo, professar a fé (neo)liberal, que continua patética e perigosamente cega a tudo o que não diga respeito a Economia &amp; Finanças. Depois não se surpreendam com o aumento exponencial destas explosões de violência, que continuaram a resistir a toda e qualquer explicação racional e científica dos &#8220;peritos&#8221; me(r)diáticos&#8230;
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: MJMatos</title>
		<link>http://aguiarconraria.blogsome.com/2008/06/10/paternalismos-mediaticos/#comment-3510</link>
		<pubDate>Thu, 12 Jun 2008 12:35:59 +0100</pubDate>
		<guid>http://aguiarconraria.blogsome.com/2008/06/10/paternalismos-mediaticos/#comment-3510</guid>
					<description>Esta entrada só torna ainda mais actuais as palavras de Tocqueville que citei na última entrada do meu blogue. Será que a tentativa do estado de tudo controlar, que é uma utopia, acabará por conduzir a uma revolta dos que se sentem marginalizados, tanto pela  protecção excessiva, indutora de facilitismos na formação/educação da pessoa, como pela infantilização, com um muito provável sentido de perda de individualidade? Dá que pensar, DK.</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Esta entrada só torna ainda mais actuais as palavras de Tocqueville que citei na última entrada do meu blogue. Será que a tentativa do estado de tudo controlar, que é uma utopia, acabará por conduzir a uma revolta dos que se sentem marginalizados, tanto pela  protecção excessiva, indutora de facilitismos na formação/educação da pessoa, como pela infantilização, com um muito provável sentido de perda de individualidade? Dá que pensar, DK.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: MFerrer</title>
		<link>http://aguiarconraria.blogsome.com/2008/06/10/paternalismos-mediaticos/#comment-3509</link>
		<pubDate>Thu, 12 Jun 2008 09:22:36 +0100</pubDate>
		<guid>http://aguiarconraria.blogsome.com/2008/06/10/paternalismos-mediaticos/#comment-3509</guid>
					<description>Nesta crise dos transportes, quando muitos pediam até medidas contra o normal funcionamento da democracia e a intervenção sobre a Galp, ou a pura e simples renacionalização...
A estratégia conduzida pelo governo, a enorme paciência de que deu mostras, a racionalidade das suas propostas, e sobretudo, o facto de que não teve que recorrer a medidas extremas ou à repressão policial tão amplamente sonhada e pedida por muitos sectores, permitiu uma assinalável, uma enorme vitória que vai constituir um marco na governação com valores e com sensibilidade social.
Foi a vitória da democracia sobre a arruaça.
Tudo ao contrário do desejo dos que, repetidamente, sonharam com escorregadelas repressivas e ou soluções fáceis ao nível da desorçamentação das Contas Públicas e do abandono dos princípios de gestão da coisa pública.
Foi a salvaguarda dos esforços dos portugueses para manterem uma linha de rumo racional.
Finalmente foi gigantesco o contributo que estas actitudes deram para a definição de medidas sociais na Europa e, vejam lá, para o ganho do Sim na Irlanda: É que as imagens da repressão violenta quer em França, quer em Espanha, desgastam a confiança nesta Europa que todos os dias se constroi. Hoje, na Irlanda com o Tratado de Lisboa. Era bom que ganhasse o Sim e o Não fosse derrotado, lá como cá, por KO
Terminaram os sonhos dos que ansiavam ver o PS deitar fora os votos juntamente com cargas policiais!</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Nesta crise dos transportes, quando muitos pediam até medidas contra o normal funcionamento da democracia e a intervenção sobre a Galp, ou a pura e simples renacionalização&#8230;<br />
A estratégia conduzida pelo governo, a enorme paciência de que deu mostras, a racionalidade das suas propostas, e sobretudo, o facto de que não teve que recorrer a medidas extremas ou à repressão policial tão amplamente sonhada e pedida por muitos sectores, permitiu uma assinalável, uma enorme vitória que vai constituir um marco na governação com valores e com sensibilidade social.<br />
Foi a vitória da democracia sobre a arruaça.<br />
Tudo ao contrário do desejo dos que, repetidamente, sonharam com escorregadelas repressivas e ou soluções fáceis ao nível da desorçamentação das Contas Públicas e do abandono dos princípios de gestão da coisa pública.<br />
Foi a salvaguarda dos esforços dos portugueses para manterem uma linha de rumo racional.<br />
Finalmente foi gigantesco o contributo que estas actitudes deram para a definição de medidas sociais na Europa e, vejam lá, para o ganho do Sim na Irlanda: É que as imagens da repressão violenta quer em França, quer em Espanha, desgastam a confiança nesta Europa que todos os dias se constroi. Hoje, na Irlanda com o Tratado de Lisboa. Era bom que ganhasse o Sim e o Não fosse derrotado, lá como cá, por KO<br />
Terminaram os sonhos dos que ansiavam ver o PS deitar fora os votos juntamente com cargas policiais!
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: Zamaleke Kulbar</title>
		<link>http://aguiarconraria.blogsome.com/2008/06/10/paternalismos-mediaticos/#comment-3495</link>
		<pubDate>Tue, 10 Jun 2008 17:29:05 +0100</pubDate>
		<guid>http://aguiarconraria.blogsome.com/2008/06/10/paternalismos-mediaticos/#comment-3495</guid>
					<description>Entrada fascinante sobre o Japon: conheco pouco sobre essa realidade!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Entrada fascinante sobre o Japon: conheco pouco sobre essa realidade!!
</p>
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