The ease with which kids start saying "élitist" and "obscure" means their teachers have taught them this. Their idea of having to "identify" with things - "do I relate to it?" - means that they have been trained into the most singular form of arrogance to the arts; that "it has to do with me, otherwise the person’s élitist or remote", and so forth and so on. It is a development during the last five or ten years which is appalling to me. It’s a kind of fascism.
Eric Mottram, in Peterjon Skelt, ed., Prospect Into Breath: Interviews with North and South Writers (Twickenham: North and South, 1991), p. 29.


Pergunto-me muitas vezes se esta estreiteza de vistas não estará, em grande medida, por detrás do que hoje se apelida de "eduquês" (embora deva dizer que não aprecio particularmente o uso excessivo do termo, que acaba por esvaziá-lo de sentido) e das suas múltiplas ramificações e consequências: a recusa em olhar para fora de si próprio, do seu quotidiano, do seu pequeno círculo de amigos e conhecidos, da sua paróquia, dos seus interesses, da sua especialidade / disciplina, do seu país, da sua cultura.