<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><!-- generator="wordpress/1.5.1-alpha" -->
<rss version="2.0" 
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/">
<channel>
	<title>Comments on: Mais uma vez, o oásis  era uma miragem</title>
	<link>http://aguiarconraria.blogsome.com/2008/05/15/mais-uma-vez-o-oasis-era-uma-miragem/</link>
	<description>blogue de Luís Aguiar-Conraria, de Daniela Kato e de Fernando Alexandre</description>
	<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 18:42:01 +0000</pubDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=1.5.1-alpha</generator>

	<item>
		<title>by: rui fonseca</title>
		<link>http://aguiarconraria.blogsome.com/2008/05/15/mais-uma-vez-o-oasis-era-uma-miragem/#comment-3388</link>
		<pubDate>Sat, 17 May 2008 10:38:53 +0100</pubDate>
		<guid>http://aguiarconraria.blogsome.com/2008/05/15/mais-uma-vez-o-oasis-era-uma-miragem/#comment-3388</guid>
					<description>&quot;Hoje foi o dia em que o Ministro anunciou o que toda a gente já sabia.&quot;

Leio esta a sua afirmação, incontestável e confundível.

Incontestável, porque inteiramente verídica: Havia já, como diz, informação de previsões mais que suficiente e suficientemente divulgada para escapar à atenção de quem nela pudesse estar interessado para a usar.

Confundível - Porque a revisão do governo, se pode acusar-se de tardia, não tendo apanhado ninguém de surpresa não foi, seguramente, factor impeditivo  de decisão de qualquer acção privada. Quem entendeu rectificar posições ou tomar iniciativas não esperou certamente pelo discurso do governo. 

Confundível ainda, porque parece intuir que do atraso na declaração oficial resultaram prejuízos para a economia nacional decorrentes de subsequentes atrasos em medidas de ajustamento governamentais. 

Ora, ao mesmo tempo que reviu em baixa as previsões de crescimento económico e em alta as taxas de inflação, o governo declarou ontem na AR, pela voz do ministro dos assuntos parlamentares, que não vai aumentar os salários da função pública nem as pensões. E que o défice se mantém.

Poderemos discordar desta opção por várias razões mas não podemos negar coerência financeira às opções anunciadas.  

Que outras medidas críticas foram adiadas em consequência do atraso do governo na revisão das previsões?

Grato pela atenção e antecipadamente pelo favor da sua resposta.
  
 </description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>&#8220;Hoje foi o dia em que o Ministro anunciou o que toda a gente já sabia.&#8221;</p>
	<p>Leio esta a sua afirmação, incontestável e confundível.</p>
	<p>Incontestável, porque inteiramente verídica: Havia já, como diz, informação de previsões mais que suficiente e suficientemente divulgada para escapar à atenção de quem nela pudesse estar interessado para a usar.</p>
	<p>Confundível - Porque a revisão do governo, se pode acusar-se de tardia, não tendo apanhado ninguém de surpresa não foi, seguramente, factor impeditivo  de decisão de qualquer acção privada. Quem entendeu rectificar posições ou tomar iniciativas não esperou certamente pelo discurso do governo. </p>
	<p>Confundível ainda, porque parece intuir que do atraso na declaração oficial resultaram prejuízos para a economia nacional decorrentes de subsequentes atrasos em medidas de ajustamento governamentais. </p>
	<p>Ora, ao mesmo tempo que reviu em baixa as previsões de crescimento económico e em alta as taxas de inflação, o governo declarou ontem na AR, pela voz do ministro dos assuntos parlamentares, que não vai aumentar os salários da função pública nem as pensões. E que o défice se mantém.</p>
	<p>Poderemos discordar desta opção por várias razões mas não podemos negar coerência financeira às opções anunciadas.  </p>
	<p>Que outras medidas críticas foram adiadas em consequência do atraso do governo na revisão das previsões?</p>
	<p>Grato pela atenção e antecipadamente pelo favor da sua resposta.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
</channel>
</rss>
