<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><!-- generator="wordpress/1.5.1-alpha" -->
<rss version="2.0" 
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/">
<channel>
	<title>Comments on: Thomas Malthus revisitado</title>
	<link>http://aguiarconraria.blogsome.com/2008/04/21/thomas-malthus-revisitado-2/</link>
	<description>blogue de Luís Aguiar-Conraria, de Daniela Kato e de Fernando Alexandre</description>
	<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 18:33:47 +0000</pubDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=1.5.1-alpha</generator>

	<item>
		<title>by: LA-C</title>
		<link>http://aguiarconraria.blogsome.com/2008/04/21/thomas-malthus-revisitado-2/#comment-3330</link>
		<pubDate>Tue, 29 Apr 2008 13:48:23 +0100</pubDate>
		<guid>http://aguiarconraria.blogsome.com/2008/04/21/thomas-malthus-revisitado-2/#comment-3330</guid>
					<description>Caro M.G.R. ,
o que entende por especulação e como é que conclui que a causa principal da subida de preços é essa especulação?
Como é que responde ao comentário número 8?</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Caro M.G.R. ,<br />
o que entende por especulação e como é que conclui que a causa principal da subida de preços é essa especulação?<br />
Como é que responde ao comentário número 8?
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: M.G.R.</title>
		<link>http://aguiarconraria.blogsome.com/2008/04/21/thomas-malthus-revisitado-2/#comment-3329</link>
		<pubDate>Tue, 29 Apr 2008 13:16:47 +0100</pubDate>
		<guid>http://aguiarconraria.blogsome.com/2008/04/21/thomas-malthus-revisitado-2/#comment-3329</guid>
					<description>E onde se coloca a especulação financeira através dos futuros e warrants de matérias-primas? É que ninguém parece falar da causa principal que é essa especulação. Não a houvesse e as matérias-primas teriam subido muito menos. Até parece que é proibido falar nesta realidade.</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>E onde se coloca a especulação financeira através dos futuros e warrants de matérias-primas? É que ninguém parece falar da causa principal que é essa especulação. Não a houvesse e as matérias-primas teriam subido muito menos. Até parece que é proibido falar nesta realidade.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: LA-C</title>
		<link>http://aguiarconraria.blogsome.com/2008/04/21/thomas-malthus-revisitado-2/#comment-3322</link>
		<pubDate>Sat, 26 Apr 2008 20:59:06 +0100</pubDate>
		<guid>http://aguiarconraria.blogsome.com/2008/04/21/thomas-malthus-revisitado-2/#comment-3322</guid>
					<description>&quot;Bolas, e eu que sempre estudei o Malthus como o tipo que “não tinha razão”.&quot;~

É verdade, todos estudámos o Malthus nessa perspectiva, mas, de facto, essa perspectiva, em si mesma, é muito interessante. Se admitirmos que a História do Homo Sapiens tem cerca de 100 000 anos, podemos dizer que existem 99 800 anos de evidências a favor da teoria de Malthus. Só nos últimos 200 anos conseguiu a humanidade fugir ao seu decretado destino. Mas, de alguma forma, esses 200, em 100 000, foram suficientes para muitos de nós se convencerem de que Mathus estava errado!</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>&#8220;Bolas, e eu que sempre estudei o Malthus como o tipo que “não tinha razão”.&#8221;~</p>
	<p>É verdade, todos estudámos o Malthus nessa perspectiva, mas, de facto, essa perspectiva, em si mesma, é muito interessante. Se admitirmos que a História do Homo Sapiens tem cerca de 100 000 anos, podemos dizer que existem 99 800 anos de evidências a favor da teoria de Malthus. Só nos últimos 200 anos conseguiu a humanidade fugir ao seu decretado destino. Mas, de alguma forma, esses 200, em 100 000, foram suficientes para muitos de nós se convencerem de que Mathus estava errado!
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: Kordny</title>
		<link>http://aguiarconraria.blogsome.com/2008/04/21/thomas-malthus-revisitado-2/#comment-3318</link>
		<pubDate>Fri, 25 Apr 2008 14:11:45 +0100</pubDate>
		<guid>http://aguiarconraria.blogsome.com/2008/04/21/thomas-malthus-revisitado-2/#comment-3318</guid>
					<description>Bolas, e eu que sempre estudei o Malthus como o tipo que &quot;não tinha razão&quot;. Em todo o caso, se não me falha a memória, quando a recta de crescimento demográfico de Malthus se cruzava com a linha de produção alimentar havia apenas um momento em que a ultrapassava, porque seria por resoluções inevitáveis que passariam por conflitos armados ou epidemias que reduziriam de novo a população. A minha questão é: Sendo um conflito armado contra as &quot;potências&quot; Europa, EUA (China e Índia cada vez mais) uma impossibilidade visto não me parecer que quem morra a fome tenha capacidade para conseguir armamento suficiente para sequer tentar, não estará o continente Africano condenado à aniquilação pela guerra e pela fome? 
Millenium Goals e ajuda externa é tudo muito bonito mas enquanto os nossos noticiários abrirem com o Alberto João Jardim a falar das &quot;criaturas&quot; do continente ninguém se vai preocupar o suficiente. E no fundo a culpa é nossa e dos nossos avós.</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Bolas, e eu que sempre estudei o Malthus como o tipo que &#8220;não tinha razão&#8221;. Em todo o caso, se não me falha a memória, quando a recta de crescimento demográfico de Malthus se cruzava com a linha de produção alimentar havia apenas um momento em que a ultrapassava, porque seria por resoluções inevitáveis que passariam por conflitos armados ou epidemias que reduziriam de novo a população. A minha questão é: Sendo um conflito armado contra as &#8220;potências&#8221; Europa, EUA (China e Índia cada vez mais) uma impossibilidade visto não me parecer que quem morra a fome tenha capacidade para conseguir armamento suficiente para sequer tentar, não estará o continente Africano condenado à aniquilação pela guerra e pela fome?<br />
Millenium Goals e ajuda externa é tudo muito bonito mas enquanto os nossos noticiários abrirem com o Alberto João Jardim a falar das &#8220;criaturas&#8221; do continente ninguém se vai preocupar o suficiente. E no fundo a culpa é nossa e dos nossos avós.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: LA-C</title>
		<link>http://aguiarconraria.blogsome.com/2008/04/21/thomas-malthus-revisitado-2/#comment-3314</link>
		<pubDate>Thu, 24 Apr 2008 13:04:21 +0100</pubDate>
		<guid>http://aguiarconraria.blogsome.com/2008/04/21/thomas-malthus-revisitado-2/#comment-3314</guid>
					<description>&quot;pode ser correcto ou não, dependendo do que se definir por “capitalismo”&quot;
De acordo, mas o fernando deixou claro qual a definição que estava a usar.</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>&#8220;pode ser correcto ou não, dependendo do que se definir por “capitalismo”&#8221;<br />
De acordo, mas o fernando deixou claro qual a definição que estava a usar.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: Miguel Madeira</title>
		<link>http://aguiarconraria.blogsome.com/2008/04/21/thomas-malthus-revisitado-2/#comment-3311</link>
		<pubDate>Thu, 24 Apr 2008 12:05:08 +0100</pubDate>
		<guid>http://aguiarconraria.blogsome.com/2008/04/21/thomas-malthus-revisitado-2/#comment-3311</guid>
					<description>A respeito de ambiente, capitalismo, etc.:

O argumento de Falex, de que &quot;um verdadeiro sistema capitalista é um sistema democrático&quot; é como o argumento de que &quot;o verdadeiro socialismo tem que ser democrático&quot; - pode ser correcto ou não, dependendo do que se definir por &quot;capitalismo&quot;, &quot;democracia&quot; e/ou &quot;socialismo&quot;.

No entanto, neste questão da eventual escassez de recursos naturais, talvez a melhor análise não seja pela dicotomia &quot;capitalismo&quot;/&quot;socialismo&quot;, mas sim a de alguns autores do século XIX (Ricardo, Stuart Mill, Henry George...) que achavam que a tendência era para os proprietários de terras (numa prespectriva mais actualizada, os proprietários de recursos naturais) ficarem cada vez mais ricos, à custa tanto dos trabalhadores como dos capitalistas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>A respeito de ambiente, capitalismo, etc.:</p>
	<p>O argumento de Falex, de que &#8220;um verdadeiro sistema capitalista é um sistema democrático&#8221; é como o argumento de que &#8220;o verdadeiro socialismo tem que ser democrático&#8221; - pode ser correcto ou não, dependendo do que se definir por &#8220;capitalismo&#8221;, &#8220;democracia&#8221; e/ou &#8220;socialismo&#8221;.</p>
	<p>No entanto, neste questão da eventual escassez de recursos naturais, talvez a melhor análise não seja pela dicotomia &#8220;capitalismo&#8221;/&#8221;socialismo&#8221;, mas sim a de alguns autores do século XIX (Ricardo, Stuart Mill, Henry George&#8230;) que achavam que a tendência era para os proprietários de terras (numa prespectriva mais actualizada, os proprietários de recursos naturais) ficarem cada vez mais ricos, à custa tanto dos trabalhadores como dos capitalistas.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: Miguel Madeira</title>
		<link>http://aguiarconraria.blogsome.com/2008/04/21/thomas-malthus-revisitado-2/#comment-3310</link>
		<pubDate>Thu, 24 Apr 2008 09:46:20 +0100</pubDate>
		<guid>http://aguiarconraria.blogsome.com/2008/04/21/thomas-malthus-revisitado-2/#comment-3310</guid>
					<description>&quot;Seria interessante saber até que ponto o aumento dos preços dos cereais é real e a partir de quando é meramente especulativo.&quot;

Para a subida do preço dos cereais ser especulativa, isso implicaria uma de duas coisas: ou havia quem estivesse a comprar cereais apenas para os vender mais tarde, a maior preço; ou haveria quem não estivesse a vender cereais, por estar à espera que o preço subisse. Ambas as hipoteses implicavam que se estivessem a acumular stocks de cereais, mas parece que não é o caso.

</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>&#8220;Seria interessante saber até que ponto o aumento dos preços dos cereais é real e a partir de quando é meramente especulativo.&#8221;</p>
	<p>Para a subida do preço dos cereais ser especulativa, isso implicaria uma de duas coisas: ou havia quem estivesse a comprar cereais apenas para os vender mais tarde, a maior preço; ou haveria quem não estivesse a vender cereais, por estar à espera que o preço subisse. Ambas as hipoteses implicavam que se estivessem a acumular stocks de cereais, mas parece que não é o caso.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: AEnima</title>
		<link>http://aguiarconraria.blogsome.com/2008/04/21/thomas-malthus-revisitado-2/#comment-3308</link>
		<pubDate>Tue, 22 Apr 2008 22:18:24 +0100</pubDate>
		<guid>http://aguiarconraria.blogsome.com/2008/04/21/thomas-malthus-revisitado-2/#comment-3308</guid>
					<description>Ainda ontem um amigo puxou este assunto de conversa exactamente com as mesmas linhas de pensamento. Sinceramente a mim parece-me que uma escalada tão grande e súbita no preço dos cereais é parcialmente especulativa. Claro que a procura aumentou para a produção de biodiesel. Claro que países como a China e a Índia com taxas de crescimento anuais perto dos 10% tornaram-se num mercado que há poucos anos era inexistente. No entanto, parece-me que não chega para explicar uma subida quase &quot;repentina&quot;. Já a crise nos mercados financeiros europeus, em que os investidores se encontraram sem alternativas onde apostarem para o lucro rápido, levou-os a investir nos mercados de ouro e futuros de produtos agrícolas. 

Seria interessante saber até que ponto o aumento dos preços dos cereais é real e a partir de quando é meramente especulativo.

Quanto à fome que isto está a causar em África... este assunto dá origem a mais que uma infindável discussão. Os problemas estruturais de África são já tão profundos que não é com meia dúzia de anos de atenção que capte com os Millenium Development Goals que vão resolver. O mundo está ao avesso. Na Europa temos uma PAC ineficiente, que mantem os preços agrícolas artificialmente altos em prol dos rendimentos dos agricultores. Em África, uma situação assim, causa fome. Acho que o objectivo nr 1 africano deveria ser a ordenação e planeamento do território... mas quem de facto está preocupado com aquele continente de povos culturalmente tão divergentes que não se entendem??? Os seus dirigentes não são de certeza. Acho que nunca conheci povo mais ambicioso e subestimado que o africano. Os europeus gostam de se sentir bons samaritanos e enviar ajuda humanitária (remorso?) mas na política africana também não estão interessados em intrometer-se. Os americanos só se lembram que África existe quando lhes doi algures, ou para construirem mais uma plataforma petrolífera em alto mar. 

Enfim... Nem vale a pena levantar este véu.</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Ainda ontem um amigo puxou este assunto de conversa exactamente com as mesmas linhas de pensamento. Sinceramente a mim parece-me que uma escalada tão grande e súbita no preço dos cereais é parcialmente especulativa. Claro que a procura aumentou para a produção de biodiesel. Claro que países como a China e a Índia com taxas de crescimento anuais perto dos 10% tornaram-se num mercado que há poucos anos era inexistente. No entanto, parece-me que não chega para explicar uma subida quase &#8220;repentina&#8221;. Já a crise nos mercados financeiros europeus, em que os investidores se encontraram sem alternativas onde apostarem para o lucro rápido, levou-os a investir nos mercados de ouro e futuros de produtos agrícolas. </p>
	<p>Seria interessante saber até que ponto o aumento dos preços dos cereais é real e a partir de quando é meramente especulativo.</p>
	<p>Quanto à fome que isto está a causar em África&#8230; este assunto dá origem a mais que uma infindável discussão. Os problemas estruturais de África são já tão profundos que não é com meia dúzia de anos de atenção que capte com os Millenium Development Goals que vão resolver. O mundo está ao avesso. Na Europa temos uma PAC ineficiente, que mantem os preços agrícolas artificialmente altos em prol dos rendimentos dos agricultores. Em África, uma situação assim, causa fome. Acho que o objectivo nr 1 africano deveria ser a ordenação e planeamento do território&#8230; mas quem de facto está preocupado com aquele continente de povos culturalmente tão divergentes que não se entendem??? Os seus dirigentes não são de certeza. Acho que nunca conheci povo mais ambicioso e subestimado que o africano. Os europeus gostam de se sentir bons samaritanos e enviar ajuda humanitária (remorso?) mas na política africana também não estão interessados em intrometer-se. Os americanos só se lembram que África existe quando lhes doi algures, ou para construirem mais uma plataforma petrolífera em alto mar. </p>
	<p>Enfim&#8230; Nem vale a pena levantar este véu.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: LA-C</title>
		<link>http://aguiarconraria.blogsome.com/2008/04/21/thomas-malthus-revisitado-2/#comment-3307</link>
		<pubDate>Tue, 22 Apr 2008 11:23:52 +0100</pubDate>
		<guid>http://aguiarconraria.blogsome.com/2008/04/21/thomas-malthus-revisitado-2/#comment-3307</guid>
					<description>Falex, és um imperialista!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Falex, és um imperialista!!
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: Falex</title>
		<link>http://aguiarconraria.blogsome.com/2008/04/21/thomas-malthus-revisitado-2/#comment-3306</link>
		<pubDate>Tue, 22 Apr 2008 09:56:25 +0100</pubDate>
		<guid>http://aguiarconraria.blogsome.com/2008/04/21/thomas-malthus-revisitado-2/#comment-3306</guid>
					<description>Lendo o comentário do amigo do Barreiro parece que de facto os textos são de quem os lê.
Os problemas da sustentabilidade do planeta e dos modos de vida que a espécie humana escolhe é um problema com uma história antiga, como é referido acima, e com finais muitas vezes trágicos. Muitas dessas histórias são contadas em Collapse de Jared Diamond. Esses colapsos resultaram muitas vezes da incapacidade das sociedades em escolherem um modo de vida compatível com os recursos disponíveis e, sobretudo, de ajustarem o seu modo de vida às alterações que se registaram no ambiente. Se nos concentrarmos só na época moderna, nenhum sistema foi tão destruidor do meio ambiente como o sistema socialista/comunista/totalitarista dos países do Leste da Europa. E talvez nenhum seja tão destruidor actualmente como a China, também comunista/totalitarista. Os países capitalistas e democráticos têm defendido formas mais amigas do ambiente, em parte porque a criação de uma forte consciência ambiental nas populações tem levado muitas empresas a incorporar essas preocupações nas suas decisões de investimento. Mas também há países capitalistas e democráticos devoradores de recursos como é o caso da Austrália. E os próprios Estados Unidos. O problema aqui tratado é claramente um problema da espécie humuna e não de um sistema. Mas o sistema capitalista e democrático (um verdadeiro sistema capitalista é um sistema democrático - veja-se a definição de J. Schumpeter) parece-me o melhor sistema para resolver o problema económico fundamental de fazer face às necessidades ilimitadas da espécie humana com recursos escassos. 
</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Lendo o comentário do amigo do Barreiro parece que de facto os textos são de quem os lê.<br />
Os problemas da sustentabilidade do planeta e dos modos de vida que a espécie humana escolhe é um problema com uma história antiga, como é referido acima, e com finais muitas vezes trágicos. Muitas dessas histórias são contadas em Collapse de Jared Diamond. Esses colapsos resultaram muitas vezes da incapacidade das sociedades em escolherem um modo de vida compatível com os recursos disponíveis e, sobretudo, de ajustarem o seu modo de vida às alterações que se registaram no ambiente. Se nos concentrarmos só na época moderna, nenhum sistema foi tão destruidor do meio ambiente como o sistema socialista/comunista/totalitarista dos países do Leste da Europa. E talvez nenhum seja tão destruidor actualmente como a China, também comunista/totalitarista. Os países capitalistas e democráticos têm defendido formas mais amigas do ambiente, em parte porque a criação de uma forte consciência ambiental nas populações tem levado muitas empresas a incorporar essas preocupações nas suas decisões de investimento. Mas também há países capitalistas e democráticos devoradores de recursos como é o caso da Austrália. E os próprios Estados Unidos. O problema aqui tratado é claramente um problema da espécie humuna e não de um sistema. Mas o sistema capitalista e democrático (um verdadeiro sistema capitalista é um sistema democrático - veja-se a definição de J. Schumpeter) parece-me o melhor sistema para resolver o problema económico fundamental de fazer face às necessidades ilimitadas da espécie humana com recursos escassos.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
</channel>
</rss>
