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	<title>Comments on: Serviço Público</title>
	<link>http://aguiarconraria.blogsome.com/2007/12/19/servico-publico-5/</link>
	<description>blogue de Luís Aguiar-Conraria, de Fernando Alexandre e de Cristóvão de Aguiar</description>
	<pubDate>Sun, 08 Nov 2009 00:35:55 +0000</pubDate>
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	<item>
		<title>by: LA-C</title>
		<link>http://aguiarconraria.blogsome.com/2007/12/19/servico-publico-5/#comment-2773</link>
		<pubDate>Mon, 24 Dec 2007 15:46:27 +0000</pubDate>
		<guid>http://aguiarconraria.blogsome.com/2007/12/19/servico-publico-5/#comment-2773</guid>
					<description>&quot;Julgo que os mesmos terão a ver com a dignidade da pessoa humana,&quot; 
e tambem com a dignidade no trabalho. Ricardo, tentarei voltar a este assunto em Janeiro.</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>&#8220;Julgo que os mesmos terão a ver com a dignidade da pessoa humana,&#8221;<br />
e tambem com a dignidade no trabalho. Ricardo, tentarei voltar a este assunto em Janeiro.
</p>
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				</item>
	<item>
		<title>by: rb</title>
		<link>http://aguiarconraria.blogsome.com/2007/12/19/servico-publico-5/#comment-2772</link>
		<pubDate>Mon, 24 Dec 2007 11:27:19 +0000</pubDate>
		<guid>http://aguiarconraria.blogsome.com/2007/12/19/servico-publico-5/#comment-2772</guid>
					<description>LA-C
Sem querer abusar da tua disponibilidade, que motivos é que podem nos fazer ser a favor do SMN apesar dos &quot;eventuais&quot; efeitos negativos no desemprego?
Julgo que os mesmos terão a ver com a dignidade da pessoa humana, no entanto, ela também é posta em cheque com o desemprego.</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>LA-C<br />
Sem querer abusar da tua disponibilidade, que motivos é que podem nos fazer ser a favor do SMN apesar dos &#8220;eventuais&#8221; efeitos negativos no desemprego?<br />
Julgo que os mesmos terão a ver com a dignidade da pessoa humana, no entanto, ela também é posta em cheque com o desemprego.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: F</title>
		<link>http://aguiarconraria.blogsome.com/2007/12/19/servico-publico-5/#comment-2768</link>
		<pubDate>Sat, 22 Dec 2007 15:23:53 +0000</pubDate>
		<guid>http://aguiarconraria.blogsome.com/2007/12/19/servico-publico-5/#comment-2768</guid>
					<description>Caro Luís,

Seria útil discutir a questão do salário mínimo com rigor mas em termos compreensíveis por todos, para além dos ditos economistas. A sugestão feita pelo Leonardo de repartir a análise por várias entradas é acima de tudo pedagógica.

Aqui vão então algumas sugestões para _ entradas.

1
Quem está hoje abrangido pela determinação sobre o salário mínimo nacional? Quantos são? Homens e mulheres? Com que idades (menos de 25 anos, entre 25 e 34, entre 34 e 65, e, mais de 65? Em que actividades trabalham? 

2
Como é que deve ser visto o salário mínimo em Portugal? É um salário para trabalho precário? É um salário para quem quer entrar no mercado de trabalho sem qualificações? É um salário que marca o início duma carreira? No mercado de trabalho público? Ou, no privado?

3
Quais são as conclusões que já há hoje sobre os aumentos do salário mínimo em Portugal, sobre os salários em geral? Quais foram os efeitos dos aumentos do salário mínimo sobre a estrutura geral dos salários, sobre o nível do salário de quem ganha mais do que o salário mínimo? As conclusões de David Card e Alan Krueger, e o sumário crítico de John Kennan (de 1995), são úteis para o caso dos EUA. O contexto institucional de Portugal é diferente. 

4
Quais são as conclusões que já há hoje sobre os aumentos do salário mínimo em Portugal, sobre o volume do emprego? Quais foram os efeitos dos aumentos do salário mínimo sobre o número de empregados em determinadas indústrias, e.g. retalho e serviços? E, nas restantes indústrias? Volto a insistir: o contexto institucional de Portugal é diferente.

5
Quais foram as consequências sociais dos aumentos do salário mínimo em Portugal? Houve alguma relação entre os aumentos do salário mínimo e as medidas usuais de pobreza em Portugal? Deve-se entender os aumentos do salário mínimo em Portugal como instrumento de regulação do mercado de trabalho, ou como instrumento de combate à pobreza?

6
Quais foram as consequências dos aumentos do salário mínimo em Portugal em termos de custos sociais? Houve diminuição de pagamentos de benefícios sociais como resultado dos aumentos do salário mínimo em Portugal? Quais?

Por fim. 7
As questões morais e filosóficas. Um filho da pobreza que está em condições de idade de entrar no mercado de trabalho, preferiria ser pago sob a forma dum benefício social ou dum salário mínimo? E uma mulher de 30 anos, cuja fábrica têxtil acaba de ser encerrada? E um homem de 55 anos, cuja metalomecânica acaba de ser encerrada? E um magrebino de 20 anos, que acaba de dar à costa jurando nunca ter querido vir para Portugal? (Qual Pedro Álvares Cabral, ao contactar com a guarda costeira dos índios brasileiros há 507 anos.) Porque na sociedade livre em que penso, a escolha deveria caber a estas pessoas. Ao Estado, jamais.

Obrigado. 

</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Caro Luís,</p>
	<p>Seria útil discutir a questão do salário mínimo com rigor mas em termos compreensíveis por todos, para além dos ditos economistas. A sugestão feita pelo Leonardo de repartir a análise por várias entradas é acima de tudo pedagógica.</p>
	<p>Aqui vão então algumas sugestões para _ entradas.</p>
	<p>1<br />
Quem está hoje abrangido pela determinação sobre o salário mínimo nacional? Quantos são? Homens e mulheres? Com que idades (menos de 25 anos, entre 25 e 34, entre 34 e 65, e, mais de 65? Em que actividades trabalham? </p>
	<p>2<br />
Como é que deve ser visto o salário mínimo em Portugal? É um salário para trabalho precário? É um salário para quem quer entrar no mercado de trabalho sem qualificações? É um salário que marca o início duma carreira? No mercado de trabalho público? Ou, no privado?</p>
	<p>3<br />
Quais são as conclusões que já há hoje sobre os aumentos do salário mínimo em Portugal, sobre os salários em geral? Quais foram os efeitos dos aumentos do salário mínimo sobre a estrutura geral dos salários, sobre o nível do salário de quem ganha mais do que o salário mínimo? As conclusões de David Card e Alan Krueger, e o sumário crítico de John Kennan (de 1995), são úteis para o caso dos EUA. O contexto institucional de Portugal é diferente. </p>
	<p>4<br />
Quais são as conclusões que já há hoje sobre os aumentos do salário mínimo em Portugal, sobre o volume do emprego? Quais foram os efeitos dos aumentos do salário mínimo sobre o número de empregados em determinadas indústrias, e.g. retalho e serviços? E, nas restantes indústrias? Volto a insistir: o contexto institucional de Portugal é diferente.</p>
	<p>5<br />
Quais foram as consequências sociais dos aumentos do salário mínimo em Portugal? Houve alguma relação entre os aumentos do salário mínimo e as medidas usuais de pobreza em Portugal? Deve-se entender os aumentos do salário mínimo em Portugal como instrumento de regulação do mercado de trabalho, ou como instrumento de combate à pobreza?</p>
	<p>6<br />
Quais foram as consequências dos aumentos do salário mínimo em Portugal em termos de custos sociais? Houve diminuição de pagamentos de benefícios sociais como resultado dos aumentos do salário mínimo em Portugal? Quais?</p>
	<p>Por fim. 7<br />
As questões morais e filosóficas. Um filho da pobreza que está em condições de idade de entrar no mercado de trabalho, preferiria ser pago sob a forma dum benefício social ou dum salário mínimo? E uma mulher de 30 anos, cuja fábrica têxtil acaba de ser encerrada? E um homem de 55 anos, cuja metalomecânica acaba de ser encerrada? E um magrebino de 20 anos, que acaba de dar à costa jurando nunca ter querido vir para Portugal? (Qual Pedro Álvares Cabral, ao contactar com a guarda costeira dos índios brasileiros há 507 anos.) Porque na sociedade livre em que penso, a escolha deveria caber a estas pessoas. Ao Estado, jamais.</p>
	<p>Obrigado.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: LA-C</title>
		<link>http://aguiarconraria.blogsome.com/2007/12/19/servico-publico-5/#comment-2767</link>
		<pubDate>Fri, 21 Dec 2007 19:24:04 +0000</pubDate>
		<guid>http://aguiarconraria.blogsome.com/2007/12/19/servico-publico-5/#comment-2767</guid>
					<description>Leonardo, acho que vou aceitar o seu repto.
José Luiz, sinceramente, talvez devido aos meus fracos conhecimentos de engenharia, não percebo a analogia.</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Leonardo, acho que vou aceitar o seu repto.<br />
José Luiz, sinceramente, talvez devido aos meus fracos conhecimentos de engenharia, não percebo a analogia.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: José Luiz Sarmento</title>
		<link>http://aguiarconraria.blogsome.com/2007/12/19/servico-publico-5/#comment-2766</link>
		<pubDate>Fri, 21 Dec 2007 18:47:00 +0000</pubDate>
		<guid>http://aguiarconraria.blogsome.com/2007/12/19/servico-publico-5/#comment-2766</guid>
					<description>O que você está a dizer é que tudo tem o seu preço, não é? A mim também me parece. ser a favor ou contra o salário mínimo, ou qualquer outro instrumento de política económico e social, é um pouco como tomar partido entre as pontes suspensas e as pontes apoiadas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>O que você está a dizer é que tudo tem o seu preço, não é? A mim também me parece. ser a favor ou contra o salário mínimo, ou qualquer outro instrumento de política económico e social, é um pouco como tomar partido entre as pontes suspensas e as pontes apoiadas.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: Leonardo Ruilhe</title>
		<link>http://aguiarconraria.blogsome.com/2007/12/19/servico-publico-5/#comment-2765</link>
		<pubDate>Fri, 21 Dec 2007 17:31:20 +0000</pubDate>
		<guid>http://aguiarconraria.blogsome.com/2007/12/19/servico-publico-5/#comment-2765</guid>
					<description>Caro Luís, penso que quem o lê saberá bem que não perfilha desse suposto imperialismo económico (um matemático que conta batatas e usa números para representar pessoas é um imperialista matemático?). Penso que a audiência do blogue não terá problemas em esperar até que os afazeres académicos lhe concedam as duas horas. Pensando bem, até pode repartir a ideia por vários posts, cortados em partes. Vaça lá a vontade aos leitores. :)</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Caro Luís, penso que quem o lê saberá bem que não perfilha desse suposto imperialismo económico (um matemático que conta batatas e usa números para representar pessoas é um imperialista matemático?). Penso que a audiência do blogue não terá problemas em esperar até que os afazeres académicos lhe concedam as duas horas. Pensando bem, até pode repartir a ideia por vários posts, cortados em partes. Vaça lá a vontade aos leitores. <img src='http://aguiarconraria.blogsome.com/wp-images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: João Rodrigues</title>
		<link>http://aguiarconraria.blogsome.com/2007/12/19/servico-publico-5/#comment-2764</link>
		<pubDate>Fri, 21 Dec 2007 12:30:50 +0000</pubDate>
		<guid>http://aguiarconraria.blogsome.com/2007/12/19/servico-publico-5/#comment-2764</guid>
					<description>Caro LA-C,

Veja a minha resposta. Limito-me a ler o que escreve e a interpretar. E estou sempre pronto a ser corrigido. 

https://www.blogger.com/comment.g?blogID=4018985866499281301&amp;amp;postID=8699656037258271475




</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Caro LA-C,</p>
	<p>Veja a minha resposta. Limito-me a ler o que escreve e a interpretar. E estou sempre pronto a ser corrigido. </p>
	<p><a href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=4018985866499281301&amp;postID=8699656037258271475' rel='nofollow'>https://www.blogger.com/comment.g?blogID=4018985866499281301&amp;postID=8699656037258271475</a>
</p>
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				</item>
	<item>
		<title>by: LA-C</title>
		<link>http://aguiarconraria.blogsome.com/2007/12/19/servico-publico-5/#comment-2763</link>
		<pubDate>Fri, 21 Dec 2007 08:36:38 +0000</pubDate>
		<guid>http://aguiarconraria.blogsome.com/2007/12/19/servico-publico-5/#comment-2763</guid>
					<description>Leonardo, queria, queria desenvolvê-lo. Queria desenvolver duas ideias. Uma é essa, outra é que na linha de Phelps se podem pensar em métodos melhores para garantir salários decentes Às pessoas.
A verdade, porém, é que não tenho tempo. Por muito frustrante que seja, neste momento não disponho de duas horas para me sentar ao computador para escrever um texto com pés e cabeça.
Confesso também que, não tendo tempo, a paciência ainda fica mais pequena quando tenho de aturar reacções como esta do João Rodrigues  ( https://www.blogger.com/comment.g?blogID=4018985866499281301&amp;postID=8699656037258271475 -- comentário 3). Sinceramente, há paciência para entrar num debate, onde os processos de intenção são de tal forma que eu sou imediatamente catalogado como &lt;em&gt;liberal adepto do &quot;imperialismo económico&quot;&lt;/em&gt;? Não está em causa a liberdade dele dizer as palermices que lhe apetece, obviamente, mas a minha paciência para andar a debater palermices destas é diminuta. Repara que esta reacção  vem na sequência de eu referir estudos empíricos que vão ao encontro do que defende João Rodrigues e que ele próprio usa para defender os seus argumentos!, mas que interessa isso, quando naquela mente já está uma etiqueta colada a tudo o que se escreva? Debater com pessoas que se limitam a reacções pavlovianas não é debater, é perder tempo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Leonardo, queria, queria desenvolvê-lo. Queria desenvolver duas ideias. Uma é essa, outra é que na linha de Phelps se podem pensar em métodos melhores para garantir salários decentes Às pessoas.<br />
A verdade, porém, é que não tenho tempo. Por muito frustrante que seja, neste momento não disponho de duas horas para me sentar ao computador para escrever um texto com pés e cabeça.<br />
Confesso também que, não tendo tempo, a paciência ainda fica mais pequena quando tenho de aturar reacções como esta do João Rodrigues  ( <a href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=4018985866499281301&#038;postID=8699656037258271475' rel='nofollow'>https://www.blogger.com/comment.g?blogID=4018985866499281301&#038;postID=8699656037258271475</a> &#8212; comentário 3). Sinceramente, há paciência para entrar num debate, onde os processos de intenção são de tal forma que eu sou imediatamente catalogado como <em>liberal adepto do &#8220;imperialismo económico&#8221;</em>? Não está em causa a liberdade dele dizer as palermices que lhe apetece, obviamente, mas a minha paciência para andar a debater palermices destas é diminuta. Repara que esta reacção  vem na sequência de eu referir estudos empíricos que vão ao encontro do que defende João Rodrigues e que ele próprio usa para defender os seus argumentos!, mas que interessa isso, quando naquela mente já está uma etiqueta colada a tudo o que se escreva? Debater com pessoas que se limitam a reacções pavlovianas não é debater, é perder tempo.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: Leonardo Ruilhe</title>
		<link>http://aguiarconraria.blogsome.com/2007/12/19/servico-publico-5/#comment-2762</link>
		<pubDate>Fri, 21 Dec 2007 03:00:38 +0000</pubDate>
		<guid>http://aguiarconraria.blogsome.com/2007/12/19/servico-publico-5/#comment-2762</guid>
					<description>Luis, a ultima frase do seu primeiro paragrafo e' certamente um optimo mote para mais uma entrada acerca do tema. Nao quer desenvolver? </description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Luis, a ultima frase do seu primeiro paragrafo e&#8217; certamente um optimo mote para mais uma entrada acerca do tema. Nao quer desenvolver?
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: Vasco Gabriel</title>
		<link>http://aguiarconraria.blogsome.com/2007/12/19/servico-publico-5/#comment-2761</link>
		<pubDate>Thu, 20 Dec 2007 19:24:18 +0000</pubDate>
		<guid>http://aguiarconraria.blogsome.com/2007/12/19/servico-publico-5/#comment-2761</guid>
					<description>Comentei no arrastao referindo-me ao que o paulino teixeira tem escrito e esqueci-me do obvio! Imperdoavel!</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Comentei no arrastao referindo-me ao que o paulino teixeira tem escrito e esqueci-me do obvio! Imperdoavel!
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: Tarzan</title>
		<link>http://aguiarconraria.blogsome.com/2007/12/19/servico-publico-5/#comment-2760</link>
		<pubDate>Thu, 20 Dec 2007 19:00:40 +0000</pubDate>
		<guid>http://aguiarconraria.blogsome.com/2007/12/19/servico-publico-5/#comment-2760</guid>
					<description>Peço desculpa. Pensei que já tivesse escrito no cabeçalho. Agora já deve estar.</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Peço desculpa. Pensei que já tivesse escrito no cabeçalho. Agora já deve estar.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: LA-C</title>
		<link>http://aguiarconraria.blogsome.com/2007/12/19/servico-publico-5/#comment-2759</link>
		<pubDate>Thu, 20 Dec 2007 16:08:56 +0000</pubDate>
		<guid>http://aguiarconraria.blogsome.com/2007/12/19/servico-publico-5/#comment-2759</guid>
					<description>Tarzan, qual o seu e-mail?</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Tarzan, qual o seu e-mail?
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: Tarzan</title>
		<link>http://aguiarconraria.blogsome.com/2007/12/19/servico-publico-5/#comment-2757</link>
		<pubDate>Thu, 20 Dec 2007 15:48:13 +0000</pubDate>
		<guid>http://aguiarconraria.blogsome.com/2007/12/19/servico-publico-5/#comment-2757</guid>
					<description>Um autêntico serviço público. Blogues equilibrados como acho que é o seu fazem falta. Parabéns!
Venham lá esses artigos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Um autêntico serviço público. Blogues equilibrados como acho que é o seu fazem falta. Parabéns!<br />
Venham lá esses artigos.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: David Oliveira</title>
		<link>http://aguiarconraria.blogsome.com/2007/12/19/servico-publico-5/#comment-2756</link>
		<pubDate>Thu, 20 Dec 2007 14:45:39 +0000</pubDate>
		<guid>http://aguiarconraria.blogsome.com/2007/12/19/servico-publico-5/#comment-2756</guid>
					<description>Gostaria de ter acesso aos estudos referidos. Obrigado. David_moliveira@hotmail.com</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Gostaria de ter acesso aos estudos referidos. Obrigado. <a href="mailto:David_moliveira@hotmail.com">David_moliveira@hotmail.com</a>
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: Vasco Figueira</title>
		<link>http://aguiarconraria.blogsome.com/2007/12/19/servico-publico-5/#comment-2755</link>
		<pubDate>Thu, 20 Dec 2007 03:45:31 +0000</pubDate>
		<guid>http://aguiarconraria.blogsome.com/2007/12/19/servico-publico-5/#comment-2755</guid>
					<description>«Poderei fornecer os artigos a quem estiver interessado. Basta dar-me o seu e-mail.»

Se faz favor. vasco [ponto] figueira [arroba] gmail [ponto] com

Grato.</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>«Poderei fornecer os artigos a quem estiver interessado. Basta dar-me o seu e-mail.»</p>
	<p>Se faz favor. vasco [ponto] figueira [arroba] gmail [ponto] com</p>
	<p>Grato.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: Emanuel Delgado</title>
		<link>http://aguiarconraria.blogsome.com/2007/12/19/servico-publico-5/#comment-2753</link>
		<pubDate>Thu, 20 Dec 2007 00:42:43 +0000</pubDate>
		<guid>http://aguiarconraria.blogsome.com/2007/12/19/servico-publico-5/#comment-2753</guid>
					<description>Olá. Eu gostaria de ter acesso a esses estudos. Obrigado. ED</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Olá. Eu gostaria de ter acesso a esses estudos. Obrigado. ED
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
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